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Winston Churchill

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Ideais de Winston Churchill

Apesar da carreira política de Churchill ter sido marcada por posições de destaque no seio do governo britânico em ambas as grandes guerras do século XX, pela análise aos seus discursos verifica-se sempre uma busca pela paz, tendo chamado a Segunda Guerra Mundial de "a guerra desnecessária", defendendo a ideia de que os países europeus deveriam ter impedido a Alemanha de recompor suas forças armadas antes da guerra, visando evitá-la.

Churchill acreditava que a entrada dos Estados Unidos na guerra era essencial para a derrota do nazismo, criando grandes laços com os Estados Unidos e com o presidente Franklin Roosevelt.

Fez com este diversos contatos, entre eles a concepção da Carta do Atlântico em 1941. Apesar de ser incondicionalmente antinazista, segundo Paul Gray, jornalista da TIMES, em seu artigo em 11 de maio de 1999, ele cita e acusa Churchill como defensor da higiene racial.

Churchill foi um grande apreciador de Edward Gibbon, de cujo livro A História do Declínio e Queda do Império Romano terá memorizado várias passagens.[carece de fontes?]Churchill era também um apaixonado pela pintura, tendo escrito um livro sobre pintura e dito que, quando morresse, chegado ao Céu, iria definitivamente passar os primeiros 100 anos da eternidade a pintar.[carece de fontes?]Em 2007, o jornalista Stephen McGinty lançou o livro "Churchill's Cigar", um caso de amor e paz e na guerra, no qual relata uma história encantadora sobre um caso de amor que se consumia diariamente na fumaça.

Churchill era um apaixonado por charutos, de preferência cubanos, os quais consumia diariamente.

Produção literária de Winston Churchill

Churchill foi um escritor prolífico, tendo publicado sob o nome literário de Winston S. Churchill; recebeu o Prêmio Nobel da Literatura em 1953 pelos seus inúmeros trabalhos publicados, especialmente a sua obra de seis volumes The Second World War (A Segunda Guerra Mundial).

Na cerimônia de entrega, o Nobel foi justificado "pelo seu domínio da descrição histórica e biográfica, bem como pela brilhante oratória na defesa exaltada dos valores humanos".

A primeira obra de Churchill como escritor foi para uma série de cinco artigos sobre a Guerra de Independência Cubana no The Graphic, em 1895, o ano da morte do seu pai Lorde Randolph.

Durante o resto de sua vida, a escrita foi a sua principal fonte de renda. Quase sempre bem pago como autor, ele escreveu um número estimado entre oito e dez milhões de palavras em mais de 40 livros, milhares de artigos de jornais e revistas e, pelo menos, dois roteiros de cinema.

Ele é objeto de confusão com o romancista norte-americano homônimo e seu contemporâneo: o escritor americano ainda é ocasionalmente confundido com o Churchill britânico.

Os romances do Churchill "americano" são muitas vezes erradamente atribuída ao Churchill "britânico" ou, pelo menos, listado com obras deste último, especialmente por livreiros.

O britânico Churchill escreveu apenas um romance, Savrola, sendo mais conhecido por suas histórias populares. Churchill, após tomar conhecimento dos livros do Churchill americano, então, muito mais conhecidos do que os dele, escreveu-lhe sugerindo que ele iria assinar suas próprias obras "Winston S. Churchill", usando o seu nome do meio, "Spencer", para diferenciá-los.

Essa sugestão foi aceita em uma carta de resposta. O seu primeiro livro publicado foi The Story of the Field Force Malakand, onde ele detalha a campanha militar britânica na sua antiga província de North-West Frontier Province em 1897, uma zona geográfica que agora faz parte do Paquistão e do Afeganistão. O segundo livro de Churchill, The River War, descreve a reconquista britânica do Sudão.

Foi escrita em 1899, quando ele ainda era um oficial do exército britânico. O livro fornece uma história do envolvimento britânico no Sudão e do conflito entre as forças britânicas lideradas por Lorde Kitchener e os jihadistas islâmicos liderados por um autoproclamado segundo profeta do Islão Maomé Amade, que tinha iniciado uma campanha para conquistar o Egipto, expulsar os infiéis não muçulmanos e abrir caminho para a segunda vinda do Profeta.

Churchill esteve presente presente na Guerra Madista, que é descrita no livro. O romance Savrola, escrito antes e após a campanha Malakand, é a única obra de ficção de Churchill.

É um trabalho em grande parte convencional no seu género, com uma trama centrada numa revolução na "Laurania", um estado europeu fictício.

Crê-se que alguns dos seus personagens foram modelados em membros da sua família. De Londres a Ladysmith via Pretória (London to Ladysmith via Pretoria) é um livro escrito por Winston Churchill publicado pela primeira vez em 1900.

É um registo de impressões pessoais de Churchill durante os primeiros 5 meses da Segunda Guerra dos Bôeres. Inclui um relato da libertação do cerco a Ladysmith (cidade da África do Sul) e também a história da captura de Churchill pelos Boers e a sua fuga dramática para Moçambique.

O livro é dedicado ao Pessoal dos Caminhos de Ferro da Província do Natal na África do Sul. Ian Hamilton's March (A Marcha de Ian Hamilton) é uma descrição das suas experiências ao acompanhar o exército britânico durante a Segunda Guerra dos Bôeres, como continuação dos acontecimentos relatados em De Londres a Ladysmith via Pretória.

O livro é uma colectânea de reportagens originalmente publicadas em jornal. Retornado da guerra, Churchill tratou de publicá-las em conjunto num livro que apareceu em maio de 1900 publicado por Longmans, tendo acabado por vender 8 mil exemplares.

Em 1930, Churchill produziu uma autobiografia, Os Meus Primeiros Anos, que também tinha vários capítulos dedicados à sua experiência na guerra dos Bôeres.

O general Ian Hamilton comandou o exercito britânico que percorreu 400 milhas de Bloemfontein a Pretória, travando com as forças Boer dez grandes batalhas (incluindo a batalha de Rooiwal) e catorze menores.

The World Crisis (A Crise Mundial) é a análise por Winston Churchill da primeira guerra mundial, originalmente publicada em cinco volumes (normalmente confundidos com seis volumes, pois o Volume III foi publicado em duas partes).

Publicada entre 1923 e 1931, em muitos aspectos prefigura a sua obra mais conhecida A Segunda Guerra Mundial. A Crise Mundial é simultaneamente analítica e, em algumas partes, uma justificação por Churchill do seu papel na guerra.

Churchill tem a fama de ter dito sobre este trabalho que "não é história, mas uma contribuição para a história."Os Meus Primeiros Anos (My Early Life: A Roving Commission), também conhecido nos EUA como A Roving Commission: My Early Life (Uma Comissão Errante: Os Meus Primeiros Anos), é um livro de Winston Churchill de 1930.

É uma autobiografia desde o seu nascimento em 1874 até aproximadamente 1902. O livro descreve inicialmente a sua infância e os tempos de escola, delineando o contexto para os relatos seguintes.

Depois uma parcela significativa do livro cobre as suas experiências na Segunda Guerra Boer de 1899 a 1902, incluindo ainda relatos de outras campanhas sobre as quais tinha escrito anteriormente como a relativa à reconquista do Sudão e a campanha em Malakand no que é hoje o Paquistão.

Foi traduzido em treze línguas, tem sido considerado por alguns como o seu melhor livro e uma das obras mais notáveis do século XX.

Martin Gilbert, o biógrafo oficial de Churchill, menciona-o apenas uma vez, tendo escrito: Neste livro, ele expõe o seu pensamento sobre o estado das questões modernas.

Discute a ameaça do progresso científico, designadamente o desenvolvimento das armas nucleares. Também discute os efeitos das civilizações de massa sobre a natureza humana.

Great Contemporaries (Grandes Contemporâneos) é um conjunto de 25 ensaios biográficos curtos sobre pessoas famosas, escritos por Winston Churchill. O conjunto original de 21 ensaios publicado em 1937 foi escrito principalmente entre 1928 e 1931.

Quatro foram adicionados para a edição de 1939, John Fisher, Charles Stewart Parnell, Lord Baden-Powell e Roosevelt. Em 1941, os ensaios sobre Boris Savinkov e Leon Trotsky foram retirados de edições publicadas naquela época, uma vez que tinham sido adversários de Joseph Stalin, que como líder da Rússia era então oficialmente aliado da Grã-Bretanha contra a Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial, e o artigo sobre Roosevelt foi removido em 1942 quando os EUA também se tornaram oficialmente aliados da Grã-Bretanha tendo Roosevelt como Presidente.

A edição depois da guerra de Odhams de 1947 reincorporou estes três ensaios. Outras personalidades objecto de ensaio foram Kaiser Wilhelm II, George Bernard Shaw, Joseph Chamberlain, Sir John French, John Morley, Hindenburg, H. H. Asquith, Lawrence da Arábia, Marshal Foch, Alfonso XIII, Douglas Haig, Arthur James Balfour, Adolf Hitler, George Nathaniel Curzon, Philip Snowden, Clemenceau, e George V. A Segunda Guerra Mundial é uma história em seis volumes do período que vai do fim da Primeira Guerra Mundial até julho de 1945.

Foi a obra mais ambiciosa de todas as publicadas por Churchill, a qual iria consumir uma grande parte da sua vida, após a derrota nas eleições de 1945 do pós guerra.

O primeiro volume foi publicado em 1948, mas o trabalho apenas foi terminado em 1953. Uma História dos Povos de Língua Inglesa é uma história em quatro volumes do Reino Unido e das suas antigas colônias e possessões em todo o mundo, cobrindo o período desde a invasão da Grã-Bretanha por César (55 a.C.) até ao início da Primeira Guerra Mundial (1914).

Iniciado em 1937, foi finalmente publicado em 1956-58, tendo sido adiado várias vezes pela guerra e pelo seu trabalho noutros textos.

Este trabalho foi uma das obras de Churchill mencionadas na sua citação de Prémio Nobel da Literatura.

Ideologia política de Winston Churchill

Churchill era um político de carreira, sendo descrito pelo biógrafo Robert Rhodes James como um homem "que se dedicaria por toda a sua vida adulta à profissão da política".

Na visão de James, Churchill era "fundamentalmente um homem muito conservador" e que este "conservadorismo básico era uma característica notável de suas atitudes políticas".

Gilbert descreveu Churchill como sendo "liberal em sua visão" durante toda a sua vida, embora Jenkins pensasse que "há espaço para discussões sobre se ele foi sempre um liberal filosófico enraizado".

Gilbert descreveu Churchill como "um radical" que acreditava que o Estado era necessário para garantir "padrões mínimos de vida, trabalho e bem-estar social para todos os cidadãos".

Muitos liberais duvidaram da convicção de seu radicalismo, quando se tratava de reforma social. Os discursos de Churchill sobre o liberalismo enfatizavam a retenção da estrutura social existente na Grã-Bretanha e a necessidade de "gradualidade" em vez de mudança revolucionária; ele aceitou e endossou a existência de divisões de classe na sociedade britânica.

Churchill buscou a reforma social não por um desejo de desafiar a estrutura social existente, mas por uma tentativa de preservá-la.

Charles Masterman, um reformador liberal que conheceu Churchill, afirmou que este "desejava na Inglaterra, um estado de coisas em que uma classe superior benigna distribuía benefícios a uma classe trabalhadora industriosa, bien pensant e grata".

Na visão de Jenkins, o passado privilegiado de Churchill impedia-o de ter empatia pelos pobres e, em vez disso, "simpatizava com eles do alto".

Como ministro, Churchill se engajou na retórica anti-socialista, e procurou claramente diferenciar o socialismo do liberalismo. Embora Churchill tenha perturbado os reis Eduardo VII e Jorge V em sua carreira política, ele sempre permaneceu um monarquista firme, exibindo uma visão romantizada da monarquia britânica.

Jenkins descreveu a oposição de Churchill ao protecionismo como sendo baseada em uma "profunda convicção", embora durante sua carreira política muitos questionassem a sinceridade das crenças anti-protecionistas de Churchill.

Embora, como Secretário do Interior, considerasse as execuções sancionatórias como uma de suas tarefas mais emocionalmente exigentes, ele não endossou a abolição da pena de morte.

Churchill exibiu uma visão romantizada do Império Britânico. Churchill estava bem disposto ao sionismo.

Casamento e descendência de Winston Churchill

Churchill casou-se com Clementine Hozier, em setembro de 1908. Eles permaneceram casados por 57 anos. Churchill estava ciente da tensão que a sua carreira política exercia sobre o seu casamento e, de acordo com seu secretário particular Jock Colville, nos anos 1930, teve um breve caso com Doris Castlerosse.

A primeira filha de Churchill, Diana, nasceu em julho de 1909; o segundo filho, Randolph, em maio de 1911. A terceira, Sarah, nasceu em outubro de 1914, e a quarta, Marigold, em novembro de 1918.

Esta última morreu em agosto de 1921, de sepsia e foi enterrada no Cemitério de Kensal Green. Em 15 de setembro de 1922, nasceu a quinta e última filha de Churchill, Mary.

Mais tarde naquele mês, Churchill compraram a Chartwell House, que seria a sua casa até à sua morte em 1965.

Segundo Jenkins, Churchill era um "pai entusiasmado e amoroso", mas que esperava demais de seus filhos.

Obras literárias de Winston Churchill

Churchill, Winston. A History of the English-speaking people (Uma História dos Povos de Língua Inglesa) (1937-1958). Nova Iorque, [email protected], 1995.

ISBN 0-56619-545-4 Churchill, Winston. Memórias da Segunda Guerra Mundial. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1995. Churchill, Winston. Minha mocidade.

Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1967. Churchill, Winston. A Segunda Guerra Mundial (The Second World War) (1948–1953). Boston, Houghton Mifflin.

ISBN: 978-0395349298.

Data de Aniversário de Winston Churchill

Winston Churchill comemora seu aniversário todo dia 30 de Novembro, e é do signo de Sagitário.

Winston Churchill: Idade e Data de Nascimento

Winston Churchill nasceu em 1874, era Segunda-feira. Hoje tem 146 anos de idade.

Altura de Winston Churchill

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Características Físicas

Altura Não informado
Peso Não informado
Peso Ideal Não informado
Olhos Não informado
Tom da pele Não informado
Sexo / Gênero Não informado

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