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Vera Holtz Feminino

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Biografia de Vera Holtz

Descendente de alemães e italianos, nascida em Tatuí, no interior paulista, em 7 de agosto de 1953, Vera Holtz foi para o Rio de Janeiro em 1975.

Ingressou na Escola de Arte Dramática (EAD) e atuou nas peças As Feiticeiras de Salem e Tribobó City. Em seguida, estudou na Escola de Teatro da Uni-Rio, onde atuou em Visões de Simone Machard, O Interrogatório e Cidade Assassinada, além de outros cursos, Vera estreia profissionalmente em Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de José Renato, em 1979.

Dois anos após, integra o Grupo TAPA, ainda na fase carioca, com o qual realiza diversos espetáculos: O Anel e a Rosa, de Thakaray, 1981; Tempo Quente na Floresta Azul, de Orígenes Lessa, em 1983, e Caiu o Ministério, de França Jr., em 1985, encenações de Eduardo Tolentino de Araújo.

Para se manter, inicialmente trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (IPT), que a transferiu posteriormente para o Rio de Janeiro, onde desenhava mapas.

Em 1981, está em Na Terra do Pau Brasil, Nem Tudo Caminha, Viu?, ao lado de Ary Fontoura, exercitando sua face de comediante.

No ano seguinte, apresenta-se no vaudeville E Agora, Hermínia, de Maugnier, direção de Bibi Ferreira e surge a chance de fazer sua primeira aparição na televisão.

Holtz interpretou uma babá na minissérie Quem Ama Não Mata. Em 1983, interpretou uma vendedora, na minissérie Parabéns pra Você.

Mesmo ano em que integra a produção Motivo Simples, de Celina Sodré. Diretora com quem volta aos palcos, em 1984, em Sem-Sutiã - Uma Revista Feminista, de Fátima Valença e Celina Sodré e direção de Celina Sodré e Alice Viveiros de Castro.

Em 1985, foi a vez de estrear no cinema. Participou de Fêmeas em Fuga, em 1985. Mais tarde voltaria às telas no papel de uma professora, no filme Menino Maluquinho - O Filme em 1994.

Nova oportunidade de comédia surge em 1983, com O Dia em Que Alfredo Virou a Mão, de João Bethencourt. Em 1985, integra o elenco de Theatro Musical Brazileiro - Partes I (1860/1914) e II (1914/1945), um roteiro de Luís Antônio Martinez Corrêa e Marshal Netherland sobre cenas e canções de peças do século passado.

Em 1986, volta a trabalhar com o mesmo diretor em Mahagonny, de Bertolt Brecht, e integra um dos trabalhos mais radicais do encenador Gerald Thomas, Eletra Com Creta.

Ópera Joyce, texto de Alcides Nogueira enfocando a vida e a obra do escritor irlandês a tem como estrela, sob a direção de Marcio Aurelio, em 1988, mesmo ano em que integra a equipe de Qualquer Nota, roteiro de Stella Miranda e Flávio Marinho, direção de Flávio Marinho.

De volta ao formato musical, integra o elenco de Lamartine para Inglês Ver, roteiro e direção de Antônio de Bonis, em 1989.

No ano seguinte, com Os Fodidos Privilegiados, sob a direção de Antônio Abujamra, destaca-se, mais uma vez, em Um Certo Hamlet, ganhando Prêmio Shell de melhor atriz.

No mesmo ano, protagoniza uma controvertida versão de Phaedra, de Jean Racine, novo espetáculo da companhia de Antônio Abujamra, assim como a realização seguinte do diretor, O Retrato de Gertrude Stein Quando Homem, de Alcides Nogueira, em 1992.

Na sequência, participa da montagem de A Volta ao Lar, de Harold Pinter, direção de Luiz Arthur Nunes. Com o Bando de Teatro Olodum, numa montagem baiana, capitaneia a produção de Medeamaterial, encenação de Márcio Meirelles para o texto de Heiner Müller, em 1994.

Com Pérola, texto e direção de Mauro Rasi, montado em 1995, arrebata os principais prêmios do Rio de Janeiro e São Paulo, num trabalho que fica cinco anos em cartaz.

Em 2001, volta aos palcos na montagem de Dias Felizes (Felizes Para Sempre), de Samuel Beckett, direção conjunta da dupla Adriano e Fernando Guimarães, com quem volta a trabalhar em 2002, em Não Ficamos Muito Tempo...Juntos, outra pesquisa sobre o universo de Beckett. Vera retornou à TV em 2008 na novela Três Irmãs como a antagonista central Violeta Áquila, recebendo muitos elogios da crítica por sua atuação.

Em 2010 atuou em Passione de Sílvio de Abreu, onde interpretou Candê. No mesmo ano, estreou como diretora em teatro na peça o Escolhido.

Em 2012, interpretou a antológica Mãe Lucinda, personagem que a imortalizou como "mãe do lixão", na novela de João Emanuel Carneiro, Avenida Brasil.

Vera Holtz atuou assiduamente em novelas na TV Globo, tais como Que Rei Sou Eu? como Fanny a fiel escudeira do vilão Ravengar, Vamp como a cômica caçadora de vampiros Penn-Taylor, Fera Ferida como a doce Querubina, A Próxima Vítima como Quitéria, O Fim do Mundo como a autoritária prefeita Florisbela, Por Amor como a divertida Sirléia, Uga Uga como a grande vilã Santa, Desejos de Mulher como a sofisticada Bárbara, Mulheres Apaixonadas como a alcoólatra Santana, Cabocla como a humilde e rude Generosa, Belíssima como a perua Ornela, Paraíso Tropical como a alpinista-social Marion, Três Irmãs como a grande vilã Violeta, Passione como a honesta feirante Candê e Avenida Brasil como a sofrida catadora de lixo Mãe Lucinda.

Também atuou em minisséries e séries como Desejo, A Muralha, Presença de Anita, Terça Nobre e Mulher. Em 2013, interpreta mais um papel de destaque, na novela Saramandaia como a obesa Dona Redonda, considerada histórica na teledramaturgia brasileira.

Para caracterizar-se como a personagem, Vera teve que usar peruca, maquiagem e enchimento no corpo. No intervalo, filmou o filme Maresia.

Em 2014 interpreta Vic Garcez, no remake de O Rebu. No teatro, dirigiu as peças Antígona, Um Pai (Puzzle) , Fatal e O Olho de Vidro.

Em 2016, Vera faz um dos personagens principais em A Lei do Amor de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, a grande vilã Magnólia.

No intervalo entre as novelas, participou dos filmes Malasartes e o Duelo com a Morte, TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva , e Berenice Procura, bem como o híbrido de documentário e ficção As quatro irmãs, sobre a família Holtz e seu casarão em Tatuí.

Também começou a fazer a "Vera Viral" nas redes sociais, com a ajuda de seu arquiteto Renato. Em 2018, interpretou sua primeira protagonista na novela das seis, Orgulho & Paixão, inspirada no romance de Jane Austen.

Nela interpretou uma mãe de cinco filhas, papeis de Nathalia Dill, Chandelly Braz, Ana Júlia Dorigon, Pâmela Tomé e Bruna Griphao.

Notas de Vera Holtz

1. RIOS, Jefferson del. Vera Holtz revela a magia de Medea. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 05 nov.

1993. Caderno 2, p. 19.Fonte:http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=291 Enciclopédia itaú Cultural teatro.

Data de Aniversário de Vera Holtz

Vera Holtz comemora seu aniversário todo dia 07 de Agosto, e é do signo de Leão.

Vera Holtz: Idade e Data de Nascimento

Vera Holtz nasceu em 1953, era Sexta-feira. Hoje tem 68 anos de idade.

Altura de Vera Holtz

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Características Físicas

Altura Não informado
Peso Não informado
Peso Ideal Não informado
Olhos Não informado
Tom da pele Não informado
Sexo / Gênero Feminino

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