Foto de Mariah Carey

Mariah Carey Feminino

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Vida inicial de Mariah Carey

Mariah Carey nasceu em Huntington, Nova Iorque, em 27 de março de 1970. Ela é a terceira filha de Patricia Hickey, uma cantora de ópera e treinadora vocal de ascendência irlandesa, e Alfred Roy Carey, um engenheiro aeronáutico, filho de uma afro-americana com um imigrante venezuelano.

Seu primeiro nome foi derivado da música "They Call the Wind Maria", originalmente tema do musical da Broadway de 1951, Paint Your Wagon, enquanto o seu sobrenome foi adotado por seu avô venezuelano, Francisco Núñez, após ele emigrar para Nova Iorque.

A família de Patricia a deserdou por se casar com um homem negro. Como uma família multi-racial, as tensões raciais impediram os Careys de se integrar a comunidade.

Enquanto moravam em Huntington, os vizinhos envenenaram o cachorro da família e incendiaram seu carro. Após seus pais se divorciaram, Carey passou a ter pouco contato com Alfred, e sua mãe teve que trabalhar em vários empregos para sustentar ela e seus irmãos.

Aos cinco anos de idade, Carey já corrigia sua mãe quando esta cantava notas erradas. Patricia então percebeu que a filha tinha um ouvido musical absoluto, algo raro para uma criança dessa idade.

Ficando muito tempo em casa sozinha, Carey escutava músicas para passar o tempo e sempre imitava as notas altas que ouvia da mãe.

Ela começou a escrever poesia e letras enquanto cursava a Harborfields High School em Greenlawn, Nova Iorque, onde se formou em 1987.

Embora apresentasse a filha à ópera clássica, Patricia nunca a pressionou a seguir uma carreira nela; Carey observou que Patricia "nunca fora uma mãe insistente.

Ela nunca disse: 'Dê mais toque de ópera [ao seu canto]". Eu respeito muito a ópera, mas isso nunca me influenciou".

Ainda em Long Island ela teve a oportunidade de trabalhar com músicos como Gavin Christopher e Ben Margulies, com quem co-escreveu material para sua fita demo.

Disposta a buscar um contrato de gravação, Carey mudou-se para a cidade de Nova Iorque, onde morou com mais duas amigas num pequeno apartamento alugado.

Nesse período, ela trabalhou como garçonete e assistente num salão de beleza. Após realizar um teste, ingressou como vocalista de apoio da cantora Brenda K. Starr.

Outras atividades de Mariah Carey

Recusando ofertas de aparecer em comerciais desde o seu início de carreira, Carey não esteve envolvida em iniciativas de merchandising até 2006, quando participou de endossos para computadores pessoais Intel Centrino e lançou sua linha de joias e acessórios destinados ao público adolescente, sob o nome de Glamorized.

Além de campanhas para às marcas Claire e Glacê. Durante esse período, como parte de uma parceria com a Pepsi e Motorola, Carey gravou e promoveu uma série de toques de celular exclusivos para as empresas, incluindo "Time of Your Life".

Em 2007, ela assinou um contrato de licenciamento com a marca de cosméticos Elizabeth Arden e liberou sua própria fragrância, M. O acordo com a Arden gerou um lucro de 150 milhões de dólares.

Em 29 de novembro de 2010, Carey estreou uma coleção de joias, sapatos e fragrâncias no Home Shopping Network. Em 2007, a Forbes a nomeou a quinta mulher mais rica da indústria do entretenimento, com um patrimônio líquido estimado em 270 milhões.

A Business Insider estima que seu patrimônio líquido seja avaliado em mais de 520 milhões até outubro de 2018. Em 2021, a americana anunciou o lançamento de uma nova linha de bebidas alcoólicas chamada Black Irish, uma homenagem à sua herança negra e irlandesa.

Imagem pública de Mariah Carey

A mídia constantemente rotulou Carey como "diva" por seu estrelismo e vedetismo. Sobre isso, ela comentou: "[Sim] eu tive meus momentos de diva, e então as pessoas não conseguem me desassociar disso.

Acho que é um pouco exagerado, porque sou fruto de uma verdadeira diva: Minha mãe é cantora de ópera. E isso que é uma verdadeira diva, você sabe.

E encaro isso como um elogio, ou seja, eu não seria a pessoa que sou sem ter vivenciado isso". Em 2008, a artista foi nomeada uma das 100 personalidades mais influentes do ano no mundo pela Time.

O escritor do periódico NOW, Kevin Hegge, concordou que "a influência de Carey é indiscutível". O nome da americana foi "presença constante nos tabloides no início da década de 2000" e seu colapso físico e emocional público durante a promoção Glitter, em 2001, se tornaram "matéria rotineira nos portais", de acordo com Justin Curto, escritor da Vulture.

Hegge também disse que, nos últimos anos, o público se debruçou mais sobre o drama da artista, afirmando que "cada passo em falso e peculiaridade de Carey foram examinados de forma viral [...] o público adora nada mais do que rejeitá-la como uma celebridade decadente".. O tom de pele altamente claro da artista atraiu questões quanto a sua real identidade racial; No primeiro ano de sua carreira, 1990, publicações como Los Angeles Daily News, Playboy e Herald Sun a descreveram como "branca".

Pouco depois, seu porta-voz esclareceu que ser classificada como branca a enfurecia e ela se identificava como birracial. Vários meios de comunicação apelidaram Carey de "Rainha das Indiretas"; Em 2002, quando questionada se havia rivalidade com a cantora Jennifer Lopez em uma entrevista para a TV alemã, Carey disse: "Eu não sei quem é ela", embora estivesse claro que ela tinha ciência de quem se tratava e estivesse sendo irônica.

Posteriormente, a resposta tornou-se um meme de Internet e Carey manteve o mesmo posicionamento desde então. Na época de seu lançamento, "Obsessed" gerou controvérsia devido ao seu conteúdo lírico; os críticos e a mídia sugeriram que Carey estivesse referindo-se ao rapper Eminem, que a referenciou negativamente em diversas canções, bem como a sua constante "obsessão" por ela na mídia.

"Obsessed" não faz menção ao nome do artista, embora os críticos achem que seja muito óbvio o destinatário. Além disso, Carey desempenhou um papel que se assemelha ao dele no videoclipe que acompanha a música."All I Want for Christmas Is You" e Merry Christmas, se tornaram partes tão onipresentes da cultura popular que Carey foi apelidada de "Rainha do Natal".

O tema e o álbum foram saudados, sendo descritos como "uma das poucas adições modernas ao mercado natalino" pelo The New Yorker.

A mídia considerou que "Dezembro pertence a Mariah Carey". O sucesso da canção, em particular, levou Carey a construir o que a Billboard descreveu como um "mini-império natalino em expansão".

Ela é reconhecida como um ícone LGBT e sua música "Hero" é considerada um hino entre essa população, por suas letras motivacionais que instrui o ouvinte olhar para dentro de si e enxergar sua própria força interior quando sentir-se desencorajado ou depressivo.

De acordo com Carey, muitos de seus fãs gays admitiram também ter crescido ouvindo sua música "Outside" e se relacionando com o sentimento de isolamento e inadequação da letra.

A personalidade diva da artista também contribuiu para o aumento da admiração dos LGBTs por ela. Em 2016, Carey foi homenageada pela GLAAD com o Troféu Aliado.

A condecoração é entregue a figuras públicas que "usaram suas imagens para apoiar e promover a igualdade e aceitação das pessoas LGBT".

Ela também é considerada um símbolo sexual. Como a artista mais popular da música em meados da década de 1990, os "primeiros anos de Carey como estrela pop foram extraordinariamente frutíferos, mas restritivos".

Seu álbum Butterfly recebeu o crédito por renovar sua imagem, tornando as borboletas um símbolo metafórico de seu impacto e legado na música pop e R&B.

Emilia Petrarca da revista W afirmou que "Carey é extremamente cautelosa em cultivar sua imagem pública", mas quando se trata de estilo, ela "faz mais do que não faz".

Os figurinos da vocalista também compõe imagem dela; ela foi citada como um ícone de moda por Susanna Heller, da Vulture, que acrescentou que "seu decadente guarda roupa compõe vários estilos e é cheio de roupas de grife, lingerie, sapatos e acessórios".

Em seu livro CR Fashion Book, Shepherd também observou que enquanto sua "estética visual mudou alguma coisa aqui e ali [...], [Carey] favorece em grande parte roupas sensuais, curtas e muitas vezes espalhafatosas".

Durante suas turnês, ela frequentemente usa calçados de salto agulha de alta qualidade, bem como meias-calças, espartilhos e meias arrastão.

Laura Antonia Jordan, da revista Grazia, afirmou que, na década de 1990, os trajes favoritos de Carey eram "silhuetas super justas, tops curtos, bainhas nas calças que chegavam até as coxas e vestidos com fendas apertadas".

No final desse período, após se separar de Mottola, ela adotou uma imagem mais provocativa e menos conservadora do que a anterior e começou a usar roupas mais sensuais.

O videoclipe de "Honey" ganhou atenção do público, já que Carey, pela primeira vez em sua carreira, estava vestida de forma provocante, dando aos telespectadores um "gostinho da Mariah mais livre".

Impacto e legado de Mariah Carey

O estilo vocal de Carey, bem como sua habilidade para cantar, impactaram significativamente a música popular e contemporânea. Ela foi considerada uma das maiores vocalistas de todos os tempos; Como escreveu o crítico de música G. Brown, do The Denver Post, "para melhor ou para pior, o alcance de cinco oitavas e o estilo melismático de Carey influenciaram toda uma geração de cantores pop". O editor Roger Deckker da revista New York, comentou que embora "Whitney Houston possa ter introduzido o melisma na música de massa foi Mariah — com seu alcance de cair o queixo — que o solidificou no padrão americano".

Rosen exemplificou ainda mais a influência de Carey traçando um paralelo com o American Idol, que, para ela, "muitas vezes se desenrolava como um choque de admiradores de Mariah loucos para fazer melisma".

Deckker também acrescentou que "toda vez que você liga o American Idol, está assistindo os pupilos dela". Para a Rolling Stone, "seu domínio no melisma e suas cordas vocais vibratórias de notas altas que decoram músicas como 'Vision of Love', inspirou toda escola vocal do American Idol e praticamente todas as outras vocalistas de R&B desde os anos 1990".

Devido a sua habilidade em fazer melimas, scats e incrível controle usando o registro de apito, Carey é creditada por popularizar essas técnicas na música comercial, e exerceu influência para muitos cantores as aderirem também em seus vocais, como Ariana Grande, Christina Aguilera e Eden Alene, que citaram a artista como uma de suas principais influências em seu canto.

Beyoncé credita Carey e sua música "Vision of Love" como impulso a começar a praticar "corridas" vocais quando criança, além de ajudá-la a seguir uma carreira musical.

Segundo Pier Dominguez, autor de Christina Aguilera: A star Is Made, Aguilera adorava ouvir Whitney Houston, mas foi Carey quem teve a maior influência em seu estilo vocal.

A imagem cuidadosamente coreografada de Mariah como uma mulher adulta impactou Aguilera; Sua admiração também cresceu a partir do fato de que ambas também possuem etnia mista.

Philip Brasor, editor do The Japan Times, expressou como o estilo vocal e melismático de Carey tem sido uma grande influência nos cantores asiáticos, incluindo a japonesa Hikaru Utada.

Para Stevie Wonder: "Quando as pessoas falam sobre vocalistas de grande influência, elas falam sobre Aretha, Whitney e Mariah. Isso é um testemunho de seu talento.

Seu leque é incrível". Entre os vários outros artistas que citaram Carey como uma influência em algum aspecto de suas carreiras estão Anitta, Ariana Grande, Ava Max, Bonnie McKee, Brandy Norwood, Bridgit Mendler, Grimes, Jake Zyrus, Jessica Simpson, Jordin Sparks, Justin Bieber, Jessica Sanchez, Katy Perry, Kelly Clarkson, Lady Gaga, Leona Lewis, Nelly Furtado, Mary J. Blige, Melanie Fiona, Missy Elliott, Pink, Regine Velasquez, Rihanna, Sarah Geronimo, Sandy, Sam Smith e Wanessa Camargo.

A escritora Kristin Corry falou sobre o legado de Carey, afirmando que assim "como muitas mulheres negras antes dela, Carey lutou pelo controle criativo de sua carreira" e trouxe o "hip-hop para o público pop não por necessidade, mas porque era um parte de sua identidade".

Além de sua capacidade vocal, Carey foi creditada por seu papel e impacto como compositora; Corry notou que "além de sua habilidade para cantar, a voz que [Carey] possuí em suas letras são igualmente fortes".

Jeff Benjamin, da Forbes, notou que as habilidades de composição da artista eram um aspecto "geralmente esquecido" de seu legado musical.

Ao homenageá-la com o "Prêmio Ícone" em sua cerimônia realizada em 2012, a Broadcast Music, Inc. (BMI) descreveu as composições da cantora como tendo "uma influência única e indelével em gerações de músicos".

Jeffrey Ingold, do Vice, saudou o lirismo das canções da artista como "um dos mais detalhados da música pop", elogiando sua capacidade de transmitir "histórias sutis sobre amor, perda, sexo, raça e abuso" em suas músicas.

As composições de Carey foram gravadas ou interpretadas por uma variedade de artistas, incluindo aqueles de gerações anteriores, como Aretha Franklin, Patti Labelle, Dolly Parton, Red Hot Chili Peppers e Shania Twain.

Numerosos historiadores e cientistas sociais também creditaram a franqueza de Carey à sua herança multirracial por facilitar o discurso público em torno de como a identificação racial é tratada nos Estados Unidos, bem como o advento do feminismo interseccional, durante os anos 1990.

Como observado pelo professor Michael Eric Dyson em seu livro Between God and Gangsta Rap: Bearing Witness to Black Culture, a "recusa de Carey de ceder à pressão pública" em torno da natureza de sua etnia expôs "a política de definição desordenada, às vezes arbitrária" e "as contradições raciais no centro da música pop contemporânea".

Sika Dagbovie-Mullins, da Universidade Flórida Atlântica, creditou Carey como uma "heroína multiracial pioneira", observando sua capacidade de explorar e criticar "as várias manifestações do estereótipo mulato" ao longo de sua carreira.

Conquistas de Mariah Carey

Ao longo de sua carreira, Carey ganhou diversas láureas e reconhecimentos, incluindo cinco Prêmios Grammy e trinta e três Prêmios Billboard de Música e uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood; De acordo com a revista Billboard, ela foi a artista de maior sucesso da década de 1990 nos Estados Unidos.

Enquanto o Prêmio da Música Mundial reconheceu-a como a Artista Feminina Mais Exitosa do Milênio. Em mais de duas décadas de carreira, seu número de vendas discográficas é avaliado em mais de 200 milhões de cópias, o que a torna um dos artistas que mais venderam de todos os tempos.

Ela também ganhou o prêmio Chopard Diamond em 2003, concedido somente a artistas que venderam mais de 100 milhões de trabalhos.

Carey está em primeiro lugar entre as cantoras com maior número de vendagens durante a era Nielsen SoundScan, com mais de 52 milhões de unidades contabilizadas.

A Recording Industry Association of America (RIAA) classificou-a na primeira posição (empatada com Barbra Streisand) entre as artistas femininas que mais venderam nos Estados Unidos, com 68,5 milhões de cópias certificadas.

A cantora acumula dois álbuns certificados de diamante no mesmo país, Music Box e Daydream; Ambos venderam mais de 20 milhões de réplicas em todo o mundo e continuam sendo um dos que mais venderam na história.

Merry Christmas distribuiu 15 milhões de unidades, tornando-se o disco natalino de maior vendagem até hoje. Enquanto "All I Want for Christmas Is You" se tornou o único toque de celular a receber o certificado de multi-platina nos Estados Unidos.

No Japão, quatro álbuns de Carey estão entre os que mais venderam de todos os tempos por um artista não asiático no país, no qual Number 1's se mantém como o mais bem sucedido da lista.

"All I Want for Christmas Is You" possui o terceiro maior número de unidades comercializadas por uma canção de um músico não asiático.

A Billboard nomeou-a como a artista ocidental de maior sucesso no Japão. Em 2009, "I Want to Know What Love Is" tornou-se a a canção com o maior tempo em primeiro lugar na parada brasileira, por um total de 27 semanas consecutivas.

Carey passou 82 semanas no topo da Billboard Hot 100, mais do que qualquer outro artista na história. Também nesta parada, ela tem um total de 19 singles em primeiro lugar, a maior quantidade entre qualquer artista solo — perdendo apenas para os Beatles.

"One Sweet Day", com Boyz II Men, ocupou por 16 semanas consecutivas o topo da Hot 100 em 1996, se tornando o recorde de maior permanência consecutiva nessa posição até hoje.

Além disso, três canções da intérprete debutaram diretamente na posição máxima da tabela: "Fantasy", "One Sweet Day" e "Honey", mais do que qualquer outro artista na história; sendo "Fantasy" a primeira música de uma mulher a realizar esse feito.

O impacto de sua obra a fez receber três menções no Guinness World Records. Em 2021, "Fantasy" foi posicionada na 149ª colocação na contagem das 500 melhores canções de todos os tempos pela revista musical Rolling Stone.

Carey liderou a lista realizada pela MTV e pela revista Blender das 22 maiores vozes da música, enquanto a Rolling Stone classificou-a como um dos 100 maiores vocalistas de todos os tempos.

Em 2009, a Billboard elegeu "We Belong Together" como a música de maior sucesso da década de 2000 e a décima primeira canção mais popular de todos os tempos.

Além disso, a mesma publicação classificou a intérprete entre os 50 melhores artistas de R&B/Hip-Hop dos últimos 25 anos. Carey é o quinto músico de maior sucesso na história da Hot 100, a mais bem posicionada entre todas as musicistas.

Ela tornou-se o oitavo artista a receber o troféu de Ícone pela Billboard. Em 2012, foi adicionada em segundo lugar na lista das 100 maiores mulheres da música pelo canal VH1.

Vida pessoal de Mariah Carey

Carey começou a namorar o empresário Tommy Mottola enquanto gravava Music Box, e casou com ele em 5 de junho de 1993.

Após o lançamento de Daydream e o êxito que se seguiu, ela começou a se concentrar seu casamento, que estava e crise naquele momento.

O relacionamento começou a se deteriorar, devido às crescentes diferenças criativas em termos de seus álbuns, bem como à suposta natureza controladora de seu então marido.

Em 30 de maio de 1997, o casal anunciou a separação, com o divórcio finalizado em 2 de dezembro de 2000.

De 1998 a 2001 esteve em um relacionamento de três anos com o cantor Luis Miguel. Carey conheceu o ator e comediante Nick Cannon enquanto eles gravavam o videoclipe de sua música "Bye Bye" em uma ilha na costa de Antigua.

Em 30 de abril de 2008, eles oficializaram a união nas Bahamas. Com 35 semanas de gravidez, Carey deu a luz ao gêmeos fraternos Moroccan e Monroe, através de parto cesariana, em 30 de abril de 2011.

Monroe é nomeada em homenagem a Marilyn Monroe; enquanto Marroquino recebeu o nome da sala de decoração marroquina do apartamento da cantora, onde Cannon a pediu em casamento.

Em agosto de 2014, o casal anunciou a separação. Entre janeiro a outubro de 2016, Carey e o bilionário australiano James Packer estiveram noivos.

Carey é cristã. Ela declarou em 2006: "Acredito que nasci de novo de várias maneiras. Acho que mudei minhas prioridades e meus relacionamentos com Deus.

Sinto a diferença quando não tenho meus momentos privados para orar [...] Sou um lutadora, mas aprendi que não estou no comando.

O que quer que Deus queira que aconteça, é o que vai acontecer. [...] É pela graça de Deus que ainda estou aqui.".

Em abril de 2018, a cantora revelou sofrer de transtorno bipolar. Ela, segundo relatos, foi diagnosticada em 2001, mas manteve o diagnóstico em segredo.

Carey trata a doença por intermédio de medicação e terapia.

Data de Aniversário de Mariah Carey

Mariah Carey comemora seu aniversário todo dia 27 de Março, e é do signo de Áries.

Mariah Carey: Idade e Data de Nascimento

Mariah Carey nasceu em 1970, era Sexta-feira. Hoje tem 51 anos de idade.

Altura de Mariah Carey

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Características Físicas

Altura Não informado
Peso Não informado
Peso Ideal Não informado
Olhos Não informado
Tom da pele Não informado
Sexo / Gênero Feminino

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