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Luis Melo Masculino

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Biografia de Luis Melo

Ator formado pelo Curso Permanente da Fundação Teatro Guaíra em 1969, trabalhou em Curitiba como ator e professor de teatro até 1985, tendo tido a oportunidade de ser dirigido por alguns dos mais importantes diretores do teatro paranaense.

Ainda em Curitiba, foi dirigido por Emílio de Biasi e Ademar Guerra, no Teatro de Comédia do Paraná. Em 1985, foi para São Paulo, onde se tornou, durante dez anos, o primeiro ator do importante Grupo Macunaíma, dirigido por Antunes Filho. Foi muito criticado por Antunes Filho quando ingressou na TV, atuando, em 1995, na novela Cara e Coroa (Antônio Calmon), da Rede Globo, como o romântico e sofrido professor Rubinho, apaixonado pela protagonista da história, Fernanda, personagem da atriz Christiane Torloni.

Esse personagem fez muito sucesso e lhe trouxe popularidade, tanto que o par acabou por repetir a parceria bem-sucedida também nos palcos, em Salomé (Oscar Wilde), direção de José Possi Neto (1997), trabalho pelo qual Luís foi indicado para o Prêmio Cultura Inglesa como melhor ator de 1997. Sua estréia marcante em Cara e Coroa também lhe garantiu o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), como melhor ator em TV, e o Prêmio Contigo de revelação masculina do ano.

Logo depois, encenou o monólogo Sonata Kreutzer (Leon Tolstoi), direção de Eduardo Wotzik, recebendo por ele os prêmios Mambembe, APCA e indicação para o prêmio Shell de 1996 como melhor ator de teatro.

Em cinema, atuou em Terra Estrangeira (Walter Salles/Daniela Thomas) (1995), Jenipapo (Monique Gardenberg) (1995), Bar Babel (Roberto Prado/Rodrigo Barros Del Rei) (1996), Doces Poderes (Lúcia Murat) (1996), e Por Trás Do Pano (Luís Villaça) (1999).

Participou também das novelas O Amor Está no Ar (Alcides Nogueira) (1997) e Pecado Capital (Glória Perez). Durante sua trajetória nas telenovelas, o ator sempre se destacou em papéis de antagonista principal.

Em novelas e minisséries como O Amor Está no Ar, Pecado Capital, A Padroeira, A Casa das Sete Mulheres, América e JK, destacou-se por representar vilões aclamados pela crítica.

Integrou o elenco das minisséries Hilda Furacão (do romance de Roberto Drummond), direção de Wolf Maia e O Auto da Compadecida (Ariano Suassuna).

Em 1999, excursionou com o espetáculo Nijinsky - Divino Bufão, estreando como produtor, com direção de Rossela Terranova e Cláudia Schapira, considerado um dos cinco melhores espetáculos do ano pelo Jornal do Brasil, e indicado para o prêmio Shell de melhor ator.

Em 2000, participou da minissérie A Invenção do Brasil, direção de Guel Arraes e da novela O Cravo e a Rosa, direção de Walter Avancini como o prepotente Nicanor Batista.

Em 2001, fundou, juntamente com Nena Inoue e Fernando Marés, o ACT – Ateliê de Criação Teatral, espaço voltado à formação e experimentação nas artes cênicas em sua cidade natal, Curitiba. Em 2002, participou da novela A Padroeira, direção de Walter Avancini, e do espetáculo Cãocoisa e a Coisa Homem, direção de Aderbal Freire Filho, primeira montagem do ACT – Ateliê de Criação Teatral, ganhando o Prêmio Governador do Estado - Troféu Gralha Azul como melhor ator.

Em 2003, participou da minissérie A Casa das Sete Mulheres, direção de Jayme Monjardim, recebendo o premio Qualidade Brasil/SP, como melhor ator de teledramaturgia, e do filme Olga, de Jayme Monjardin.

Em 2004, iniciou, juntamente com Marcio Abreu, o Grupo de Estudos sobre Tchekhov, que originou o espetáculo Daqui a 200 Anos (2005).

Em 2006 entrou em Cobras & Lagartos, interpretando o delicado Orã. Em 2010, vive Creonte no teatro, na peça RockAntygona, baseada na clássica tragédia grega de Sófocles.

Em 2012, co-antagonizou a novela Amor Eterno Amor como o duvidoso Dimas. No ano seguinte, entra para o elenco da telenovela Amor à Vida, como o honesto administrador Atílio, e vive um homem solitário em uma metrópole futurista devastada por escassez e poluição, no espetáculo Ausência, da companhia franco-brasileira Dos à Deux, sob direção de André Curti e Artur Ribeiro, em turnê pelo país.

Luís estava escalado para interpretar João Batista (Batista), o marido da atriz Vera Holtz na novela Nos Tempos do Imperador, mas devido a questões relativas a pandemia, foi substituído pelo ator Ernani Moraes.

Teatro de Luis Melo

Macunaíma (Mário de Andrade) A Hora e a Vez De Augusto Matraga (Guimarães Rosa) Xica da Silva, (Luis Alberto de Abreu) Paraíso Zona Norte (Nélson Rodrigues) Nova Velha História (do mito Chapeuzinho Vermelho) Trono de Sangue / Macbeth (William Shakespeare) Vereda da Salvação (Jorge de Andrade) Gilgamesh (baseado no poema épico sumério) Sonata Kreutzer (baseado em conto de Tolstoi) Salomé (Oscar Wilde) Nijinski - Divino Bufão (baseado nos diários do genial bailarino e coreógrafo russo) Cão Coisa e a Coisa Homem Daqui a 200 Anos O Que Eu Gostaria de Dizer RockAntygona (baseado na tragédia grega de Sófocles) Ausência (atualmente em cartaz).

Data de Aniversário de Luis Melo

Luis Melo comemora seu aniversário todo dia 18 de Agosto, e é do signo de Leão.

Luis Melo: Idade e Data de Nascimento

Luis Melo nasceu em 1991, era Domingo. Hoje tem 30 anos de idade.

Altura de Luis Melo

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Características Físicas

Altura Não informado
Peso Não informado
Peso Ideal Não informado
Olhos Não informado
Tom da pele Não informado
Sexo / Gênero Masculino

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