Quem é José Leitão de Barros? Idade, Signo, Altura e Peso em 2022

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José Leitão de Barros: Nome verdadeiro, altura, idade e datas de aniversário e nascimento

José Leitão de Barros nasceu em 1896, era Quinta-feira. Hoje tem 125 anos de idade.

José Leitão de Barros comemora seu aniversário todo dia 22 de Outubro, e é do signo de Libra.

Horóscopo e Signo de José Leitão de Barros

José Leitão de Barros é de Libra ♎, um signo de Ar.

O nativo do signo de Libra traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em José Leitão de Barros em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam José Leitão de Barros uma pessoa:

  • diplomática
  • graciosa
  • pacífica
  • idealista
  • hospitaleira

Fraquezas ou Pontos fracos tornam José Leitão de Barros uma pessoa:

  • superficial
  • indecisa
  • não confiável

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Perguntas Frequentes sobre José Leitão de Barros

Conheça abaixo algumas das perguntas mais frequentes sobre José Leitão de Barros.

Qual é a idade de José Leitão de Barros?
125 anos (21/10/1896)
Em que ano nasceu José Leitão de Barros?
1896
Qual é o signo de José Leitão de Barros?
Libra

Biografia de José Leitão de Barros

Filho de Joaquim José de Barros, militar, primeiro-tenente da Armada, do Porto, e de sua mulher D. Júlia Amélia Marques Leitão, de Lisboa.

O seu irmão Carlos Joaquim Marques Leitão de Barros foi também tenente, Cavaleiro e Oficial da Ordem Militar de Avis e Oficial da Ordem de Benemerência, e a sua irmã Teresa Emília Marques Leitão de Barros foi Dama da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

Frequentou a Faculdade de Ciências e também a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Depois de concluir um curso da Escola Normal Superior de Lisboa, foi professor do ensino secundário (desenho, matemática).

Tirou também o curso de arquitectura na Escola de Belas-Artes. Expôs várias obras de pintura em museus portugueses, em Espanha, no Museu de Arte Contemporânea de Madrid e ainda no Brasil. Casou em Oeiras, a 17 de Agosto de 1923, com Helena Roque Gameiro, artista plástica e filha do aguarelista Alfredo Roque Gameiro, com quem teve dois filhos, José Manuel e Maria Helena.

Dramaturgo, peças suas subiram à cena em Lisboa, no Teatro Nacional e noutras salas. Cenógrafo, responsabilizou-se pela montagem de muitas peças.

Jornalista, dirigiu a revista Notícias Ilustrado (1928-1935) e colaborou, por exemplo, nos jornais O Século, A Capital, e ABC, na revista Contemporânea (1915-1926).

Fundou e dirigiu O Domingo Ilustrado (1925-1927), e Século Ilustrado. O seu nome consta da lista de colaboradores da revista de cinema Movimento (1933-1934) e também no Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945).

Foi o principal animador da construção dos estúdios da Tobis Portuguesa, concluídos em 1933 em conjunto com a qual realizou mais tarde, em 1966, o filme "A Ponte Salazar sobre o Rio Tejo em Portugal".

Celebrizado pela sua carreira cinematográfica, Leitão de Barros deixou também marcas duradouras no jornalismo português. Em 1938, foi protagonista de uma longa entrevista à rainha Dona Amélia em Paris, publicada nas páginas de "O Século" e "O Século Ilustrado".

A peça terá sido um instrumento de propaganda para aproximar a rainha viúva do Estado Novo e a monarca aproveitou a oportunidade para gabar algumas das obras do salazarismo.

Anos antes, em 1932, quando ainda trabalhava no "Notícias Ilustrado", Leitão de Barros protagonizou outro caso célebre, dando cobertura à alegação infantil de que um sósia de António Oliveira Salazar estava representado nos Painéis de São Vicente.

A informação foi relatada entusiasticamente pelo suplemento do Diário de Notícias, conferindo uma aura providencial ao ditador. Organizou, a partir de 1934, vários cortejos históricos e marchas populares das Festas da Cidade, actividade que regularmente manteve durante a década seguinte.

Foi secretário-geral da Exposição do Mundo Português e responsável pela organização da ‘’Feira Popular’’ de Lisboa (1943). Foi director da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Interessou-se entretanto pelo cinema: Malmequer e Mal de Espanha (1918) foram os seus primeiros filmes.

Neles se salientam duas tendências: a evocação histórica dos temas e a crónica anedótica. Assimilou, por influência de Rino Lupo, o conceito de filme pictórico, desenvolvido por Louis Feuillade, o do Film Esthétique, e depois algumas das ideias formais do cinema soviético teorizadas por Eisenstein. Com o documentário Nazaré (1927), retomando um tema já explorado pelo francês Roger Lion em 1923, registou aspectos de rude beleza plástica e de aguda observação humana, tal como no filme Lisboa, Crónica Anedótica de uma Capital (1930), em que misturou actores conhecidos com a gente da rua, antecipando assim tendências modernas.

No mesmo ano, rodou ainda na Nazaré a Maria do Mar. Depois filmou A Severa (1931), o primeiro filme sonoro português.

Ala Arriba! (1942), escrito por Alfredo Cortês, apresentava os pescadores da Póvoa de Varzim com uma força dramática pouco vulgares.

A Bienal de Veneza deu-lhe um dos seus prémios. Seria, a partir dos anos sessenta, um dos cineastas preferidos do regime.

Publicou também Elementos de História de Arte e, em livro, Os Corvos (crónicas publicadas no jornal Diário de Notícias). A 4 de Setembro de 1935 foi feito Comendador da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada e a 4 de Março de 1941 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo.

Uma vasta obra e fervilhantes décadas de produção marcaram a vida deste homem, desde a aquarela ao cinema, passando pelo ensino e arquitectura.

Aos 70 anos, viria a falecer de um tumor retroperitoneal, na sempre sua cidade, em 1967, estando sepultado no Cemitério dos Prazeres.

Filmografia de José Leitão de Barros

Mal de Espanha (1918) O Homem dos Olhos Tortos (1918) (inacabado) Malmequer (1918) Sidónio Pais - Proclamação do Presidente da República (1918) (esta obra não sobreviveu) Nazaré, Praia de Pescadores (1929) (perdeu-se a 2ª parte do filme) Festas da Curia (1927) Lisboa (1930) Maria do Mar (1930) A Severa (1931) As Pupilas do Senhor Reitor (1935) Bocage (1936) Las Tres Gracias (1936) Maria Papoila (1937) Legião Portuguesa (1937) Mocidade Portuguesa (1937) Varanda dos Rouxinóis (1939) A Pesca do Atum (1939) Ala-Arriba!

(1942) A Póvoa de Varzim (1942) Inês de Castro (1944) Camões (1946) realizador Vendaval Maravilhoso (1949) realizador, co-autor Comemorações Henriquinas (1960) A Ponte da Arrábida Sobre o Rio Douro (1961) Escolas de Portugal (1962) A Ponte Salazar Sobre o Rio Tejo (1966).

Fonte: José Leitão de Barros na Wikipedia