Quem é Jô Soares? Idade, Signo, Altura e Peso em 2022

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Jô Soares: Nome verdadeiro, altura, idade e datas de aniversário e nascimento

Jô Soares é do genero Masculino.

Jô Soares, cujo nome de batismo é José Eugênio Soares, nasceu em 1938, era Domingo.

Jô Soares comemora seu aniversário todo dia 16 de Janeiro, e é do signo de Capricórnio.

De acordo com as informações que recebemos, Jô Soares tem 1.67 m de altura. Jô Soares é considerado uma pessoa de estatura baixa.

Jô Soares morreu?

Sexta-feira, dia 05 de Agosto de 2022 foi o dia da morte de Jô Soares, que faleceu aos 84 anos de idade.

Horóscopo e Signo de Jô Soares

Jô Soares é de Capricórnio ♑, um signo de Terra.

O nativo do signo de Capricórnio traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em Jô Soares em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam Jô Soares uma pessoa:

  • responsável
  • paciente
  • ambiciosa
  • engenhosa
  • leal

Fraquezas ou Pontos fracos tornam Jô Soares uma pessoa:

  • ditatorial
  • inibida
  • vaidosa
  • desconfiada
  • sem imaginação

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Perguntas Frequentes sobre Jô Soares

Conheça abaixo algumas das perguntas mais frequentes sobre Jô Soares.

Qual é a idade de Jô Soares?
84 anos (16/01/1938)
Qual é a altura de Jô Soares?
1.67 m
Qual é o peso de Jô Soares?
95 kg
Qual é o peso ideal de Jô Soares?
62.75 kg
Em que ano nasceu Jô Soares?
1938
Qual é o signo de Jô Soares?
Capricórnio

Biografia de Jô Soares

Nascido na cidade do Rio de Janeiro, José Eugênio Soares foi o único filho do empresário paraibano Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Pereira Leal.

Pelo lado materno, foi bisneto do conselheiro Filipe José Pereira Leal, diplomata e político que, no Brasil Imperial, foi presidente da província do Espírito Santo.

Por parte de seu pai, foi sobrinho-bisneto de Francisco Camilo de Holanda, presidente da província da Paraíba. Jô queria ser diplomata quando criança.

Estudou no Colégio de São Bento do Rio de Janeiro, no Colégio São José de Petrópolis, e em Lausana, na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo.

Durante a estadia na Suíça ganhou o apelido de "Joe", redutivo da versão inglesa de seu nome, Joseph, bem como referência à popular canção "Hey Joe!", de Frankie Laine.

Mais tarde reduziria a Jô. Porém, percebeu que o seu senso de humor apurado e a criatividade inata apontava para outra direção.

Carreira de Jô Soares

Detentor de um talento versátil, além de atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro, Jô Soares também foi um apreciador de jazz e chegou a apresentar um programa de rádio na extinta Jornal do Brasil AM, no Rio de Janeiro, além de uma experiência na também extinta Antena 1 Rio de Janeiro. 1956 — Estreia na televisão no elenco da Praça da Alegria, na época na RecordTV, onde ficou por 10 anos.

1965 — Protagoniza a única novela de sua carreira, a comédia Ceará contra 007, a trama de maior audiência naquele ano no Brasil.

Também na Record. 1967 — Em "Família Trapo", roteirizava ao lado de Carlos Alberto de Nóbrega e atuava como Gordon, o mordomo atrapalhado e descompensado.

Último trabalho na Record. 1971 — "Faça Humor, Não Faça Guerra" foi primeiro humorístico da TV Globo a contar a com a participação do comediante.

O programa em meio à Guerra Fria e ao conflito do Vietnã brincava com o slogan pacifista hippie "Make love, don't make war" (Faça amor, não faça a guerra).

1973 — "Satiricom", novo humorístico da TV Globo, com direção de Augusto César Vanucci, realizava roteiros com Max Nunes e Haroldo Barbosa.

A atração satirizava o título do filme homônimo de Federico Fellini - "Satyricon". Na promoção do programa, todavia, diziam que era a "sátira da comunicação" num mundo que tinha virado uma "aldeia global", expressão que esteve na moda depois dos primeiros anos da TV via satélite.

1976 — "Planeta dos Homens", nova sátira com o cinema - desta vez, a série cinematográfica "O Planeta dos Macacos", atuava com roteiros de Haroldo Barbosa. 1981 — "Viva o Gordo", com direção de Walter Lacet e Francisco Milani, foi o primeiro programa solo dele.

Tinha roteiros de Armando Costa. Deu origem ao espetáculo do gênero "one man show" de Jô chamado "Viva o Gordo, Abaixo o Regime" (sátira explícita ao Golpe Militar de 1964 ainda vigente àquela época).

As aberturas do programa brincavam com efeitos especiais usando técnica de inserção de imagens de Jô entre cenas famosas do cinema (como em "Cliente Morto Não Paga" e "Zelig") ou "contracenando" com políticos nacionais e internacionais, como Orestes Quercia, Jânio Quadros, Ronald Reagan etc. 1982 — Participação no "Chico Anysio Show". 1983 Participação no musical infantil "Plunct, Plact, Zuuum". Comentários no Jornal da Globo até 1987. 1988 — "Veja o Gordo", estreia no SBT com o mesmo estilo do "Viva o Gordo" da Rede Globo.

Estréia nesse ano, ainda no SBT, o talk show "Jô Soares Onze e Meia" (1988–1999). 2000 — Trazido de volta para a Rede Globo, onde apresentou o Programa do Jô até 2016, e fez participação no especial de Natal do programa "Sai de Baixo" — episódio "No Natal a Gente Vem Te Mudar" (sátira ao título da peça de Naum Alves de Souza, "No Natal a Gente Vem Te Buscar") como Papai Noel. 2018 — Participa como comentarista do programa Debate Final, no Fox Sports, debatendo sobre a Copa do Mundo FIFA de 2018.

Vida pessoal de Jô Soares

Entre 1959 e 1979, foi casado com a atriz Therezinha Millet Austregésilo, com quem teve um filho, Rafael Soares (1964–2014), que tinha transtornos do espectro autista (TEA).

Entre 1980 a 1983, foi casado com atriz Sílvia Bandeira, doze anos mais nova. Em 1984, começou a namorar a atriz Cláudia Raia, romance que durou dois anos.

Namorou a atriz Mika Lins e, em 1987, casou-se com a designer gráfica Flávia Junqueira Pedras, de quem se separou, em 1998.

O apresentador admitiu sofrer de Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Em sua casa, os quadros precisam estar tombados levemente para a direita.

Era sobrinho de Togo Renan Soares, conhecido como "Kanela", ex-treinador da Seleção Brasileira de Basquetebol. Em 1 de outubro de 2012, levou ao ar um programa especial que reprisou uma entrevista com Lolita Rodrigues e Nair Bello em homenagem à apresentadora Hebe Camargo, com quem declarou ter vivido intensas alegrias.

O apresentador falava, com diferentes níveis de fluência, cinco idiomas: português, inglês, francês, italiano e espanhol, além de ter bons conhecimentos de alemão.

Traduziu um álbum de histórias em quadrinhos de Barbarella, criação do francês Jean-Claude Forest. Era católico, devoto de Santa Rita de Cássia.

Em 25 de julho de 2014, foi internado no Hospital Sírio-Libanês, para tratar de uma pneumonia, permanecendo no hospital por 22 dias.

Em 31 de outubro de 2014, morreu seu único filho, Rafael Soares, no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Em 3 de novembro, dedicou o programa ao seu filho, em que fez um discurso contando um pouco da história dele.

Em 4 de agosto de 2016, foi eleito para a Academia Paulista de Letras, assumindo a cadeira 33, que pertenceu ao escritor Francisco Marins.

Morte de Jô Soares

Jô Soares faleceu em 5 de agosto de 2022, aos 84 anos, no Hospital Sírio-Libanês, na cidade de São Paulo, onde estava internado desde o dia 28 de julho para tratar uma pneumonia.

A notícia de sua morte foi divulgada pela ex-esposa, Flavia Pedras, em uma publicação em sua página pessoal no Instagram, também confirmada pela assessoria de imprensa do apresentador.

O hospital não informou qual foi a causa da morte atendendo a um pedido do próprio ator à família. No entanto, Anne Porlan, que era uma amiga pessoal de Jô, revelou que o mesmo faleceu de causas naturais.

Sua morte teve grande comoção e repercussão no Brasil e no mundo. Várias pessoas famosas e autoridades lhe prestaram homenagens.

As emissoras de televisão como a TV Globo, SBT, TV Cultura, Rede Bandeirantes e Viva alteraram suas respectivas grades de programação previstas para os dias 5 e 6 de agosto, reexibindo alguns dos trabalhos e entrevistas onde o humorista participou.

Obras de Jô Soares

Os dilemas do Fantasma e do Capitão América (1972) — capítulo no livro Shazam!, de Álvaro de Moya O Astronauta Sem Regime (1983) Humor Nos Tempos do Collor (1992) A Copa Que Ninguém Viu e a Que Não Queremos Lembrar (1994) O Xangô de Baker Street (1995) O Homem que Matou Getúlio Vargas (1998) Assassinatos na Academia Brasileira de Letras (2005) As Esganadas (2011) O Livro De Jô - Uma Autobiografia Desautorizada - Vol. 1 (2017) O Livro De Jô - Uma Autobiografia Desautorizada - Vol. 2 (2018).

Fonte: Jô Soares na Wikipedia