Foto de Jaqueline Carvalho

Jaqueline Carvalho Feminino

Role a página para encontrar informações gerais como peso, altura e idade de Jaqueline Carvalho, dentre outras.

Você também irá encontrar outras celebridades que fazem aniversário no mesmo dia, além de signo dos famosos e comentários da comunidade.

Carreira de Jaqueline Carvalho

Em 1994, aos 11 anos, morando na cidade de Recife, Jaqueline jogava, paralelamente, basquete e vôlei na escola, até que optou somente pelo vôlei, pois estava difícil conciliar as duas modalidades com os estudos.

Participando de campeonatos escolares, iniciou a sua carreira pelo Sport Club do Recife. Destaque no clube, com 13 anos (em 1996), "olheiros" vindos da cidade de São Paulo a chamaram para fazer um teste em um clube da cidade, o na época, BCN/Osasco.

Jaque passou na "peneira" do BCN/Osasco, consequentemente teve que mudar-se de Recife para a cidade de São Paulo. Com pouco tempo, já estava na categoria adulta do BCN/Osasco.

Em 2001, aos 17 anos, foi convocada para a Seleção Brasileira de Voleibol Feminino Juvenil e fora eleita a melhor jogadora do Campeonato Mundial de Vôlei Juvenil daquele ano.

A adolescente jogadora foi apontada por diversos técnicos e pessoas envolvidas no meio do vôlei como grande promessa do esporte no Brasil, o que lhe rendeu a convocação para a Seleção Brasileira de Voleibol Feminino adulta, no mesmo ano de 2001.

No auge de sua ascensão, no início de 2002, Jaqueline teve uma contratura no joelho, que acabou por deixar a pernambucana numa mesa de cirurgia para tratar a contusão.

Ficou por volta de seis meses sem jogar, recuperando-se. Depois desse período, voltou a treinar e no 2º dia após sua volta, torceu novamente o mesmo joelho e mais uma vez foi submetida a uma cirurgia.

Jaqueline também teve complicações com a circulação sanguínea de sua mão (uma trombose com possibilidade de amputação do braço), o que a afastou mais ainda das quadras, deixando-a, inclusive, de fora do Campeonato Mundial Adulto de 2002, dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo (2003) e dos Jogos Olímpicos de Atenas (2004).

No fim de 2004, já recuperada, porém sem ritmo de jogo, Jaqueline transferiu-se para um clube no Rio de Janeiro, o Rexona/Ades.

Depois de uma temporada jogando no clube, a ponteira, que por falta de ritmo estava no banco de reservas, terminou na titularidade do time e conseguiu a sua convocação para a seleção brasileira em abril de 2005.

Em 2005, no Grand Prix, foi apontada como estrela da seleção de José Roberto Guimarães, se tornando a jogadora mais completa do time.

No ano de 2006, Jaqueline conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial, sendo eleita pela crítica, a melhor brasileira do campeonato.

Conquistou também pelo seu time mais uma Superliga Brasileira de Voleibol Feminino de 2006–07. Em 2006/2007, Jaqueline mudou-se para Itália defendendo Monte Schiavo/Jesi.

Em julho de 2007, às vésperas dos Jogos Pan-Americanos de 2007 do Rio de Janeiro, Jaqueline, titular da seleção brasileira, foi pega no exame anti-doping.

A acusação tinha origem de um exame feito durante as finais dos campeonato italiano, no mês anterior. Jaqueline foi suspensa preventivamente durante 60 dias.

Nesse período, houve audiências para se esclarecer o fato, e a atleta usou como defesa o fato de ter tomado um chá para celulite, que tinha a substância sibutramina, proibida para atletas.

Na primeira decisão do julgamento, foi dada uma punição de 9 meses para Jaqueline, o que significava a ausência da atleta em grande parte das competições de 2008 e a volta às vésperas dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008.

Em 18 de setembro de 2007, após ser investigado tudo que a atleta utilizava, Jaqueline mudou sua defesa sobre o caso.

O argumento foi que o produto que tinha como componente a sibutramina era o CLA da IntegralMed, remédio que a atleta tomava com receita médica para queimar gordura (o chá, usando como argumento inicial, era realmente natural).

Em junho (mesmo mês em que a atleta fez o exame que acusou o doping), o Comitê Olímpico Brasileiro foi informado sobre a suspensão das atividades da empresa Integralmédica S/A, fabricante do CLA, por contaminação de produtos pela substância.

Como Jaqueline estava na Itália e não recebeu a informação, continuou a utilizar o remédio. Com isso, foi feita uma nova avaliação sobre a pena a ser aplicada e houve uma redução de 9 meses para 3 meses, e como Jaqueline já estava suspensa desde julho (a suspensão prévia contou como punição oficial), foi liberada para jogar.

Assim, Jaqueline transferiu-se para o Murcia na Espanha para jogar a temporada 2007/2008, onde conquistou o campeonato espanhol. Em 2008, Jaqueline regressou à Seleção Brasileira de Voleibol Feminino, participando da conquista do Grand Prix de 2008, e da inédita medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, que consagrou essa a turma do vôlei feminino como a segunda equipe na história a conseguir vencer todos os jogos na fase de classificação por 3 sets a zero (a primeira foi a equipe da Seleção Japonesa).

Na semifinal, a equipe encarou as campeãs Olímpicas de 2004, a Seleção Chinesa, e com dois aces seguidos de Jaqueline, o Brasil venceu por 3 a 0 e chegou à sua primeira final olímpica.

Na disputa pela medalha de ouro, o Brasil levou a melhor e venceu a equipe da Seleção Estadunidense, terminando a competição sem disputar nenhum tie-break, perdendo apenas um set, exatamente na final.

Nesse mesmo ano, Jaqueline retorna à Itália, dessa vez para jogar pelo Scavolini/Pesaro na temporada 2008/2009, sob o comando de José Roberto Guimarães, consagrando-se campeã italiana e melhor jogadora da final do campeonato.

No ano seguinte (2009), retorna ao Brasil para defender o Sollys/Osasco, onde tornou-se penta campeã brasileira. Permaneceu em Osasco por mais 3 temporadas, onde conquistou mais um título Brasileiro como Capitã da equipe na temporada 2011/2012, sendo uma das principais jogadoras e pontuadoras da equipe Paulista. Em agosto de 2012, depois de uma campanha irregular na 1ªfase e impecável na 2ª fase, a Seleção Brasileira conquistou a segunda medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres.

Jaqueline, ponteira titular, tornou-se bicampeã olímpica, entrando para a história do voleibol mundial. Na final olímpica, novamente diante das Seleção dos Estados Unidos de Voleibol Feminino, Jaqueline foi considerada a melhor jogadora em quadra (MVP), além de ter sido a maior pontuadora do confronto, com 18 pontos.

Logo após o vice-campeonato brasileiro em abril de 2013 pelo time do Osasco, Jaqueline anunciou que estava grávida. Arthur, fruto do relacionamento de 12 anos com o também jogador de vôlei Murilo Endres, nasceu em dezembro.

A partir do seu nascimento, Jaqueline retomou às atividades físicas, com o objetivo de ainda jogar a fase final da Superliga Brasileira de Voleibol Feminino de 2013–14 - Série A pelo próprio time de Osasco, conforme acordo feito pós anúncio da gravidez.

Entretanto, o time alegou entrosamento com as atletas contratadas para aquela temporada, iniciando uma verdadeira saga da atleta por um novo time.

O principal empecilho era o ranking de atletas elaborado pela CBV, onde cada jogadora recebe uma pontuação, sendo 7 o teto para as mais valiosas, caso de Jaqueline.

Os principais times em São Paulo já tinham duas jogadoras com 7 pontos em seu elenco, e essa quantidade é o limite estabelecido.

Jaqueline e outras atletas chegaram a protestar pelo ranking, alegando que essas restrições fazem com que jogadoras importantes saiam do país, caso de Fernanda Garay e Sheilla Castro. Diante deste cenário, o técnico José Roberto Guimarães acolheu Jaqueline na seleção, visando a recuperação do seu ritmo de jogo.

Recuperou-se rapidamente e, pela seleção, conquistou o décimo título durante o Grand Prix de Voleibol de 2014 (vencendo a final contra a Seleção Japonesa de Voleibol Feminino) e a medalha de bronze no Campeonato Mundial de Voleibol Feminino de 2014 ocorrido na Itália, ambos como jogadora titular.

Sem opções para a sua carreira no vôlei em clubes no estado de São Paulo, e desejando ficar pelo Brasil para não separar a família recém-formada com a chegada do filho Arthur, Jaqueline optou por aceitar a proposta do Minas Tênis Clube, onde jogava ex-seleção Carol Gattaz.

Em 2015/2016 foi contratada pela equipe do SESI-SP por ter realizado uma ótima temporada jogando pelo Minas no ano anterior.

Em 2016/2017, a ponteira foi recontratada pelo Minas, onde ao lado de Destinee Hooker e Rosamaria Montibeller levou a equipe a mais uma semi-final emocionante, só sendo definida no último jogo, com a vitória da equipe do Rio.

Em 2016, a jogadora foi convocada como "reserva" para os Jogos Olímpicos de Verão de Rio 2016, marcando essa a sua terceira convocação para uma olimpíada; porém a Seleção Brasileira de Voleibol Feminino amargou o quinto lugar geral na competição.

Na sexta-feira 13 de julho 2018, a Jaque anunciou oficialmente através da sua pagina oficial no instagram, a sua "aposentadoria" da seleção brasileira de vôlei feminino.

Na temporada 2017/2018, Jaque foi peça fundamental na recepção, defesa e ataque do time treinado pelo técnico tricampeão olímpico José Roberto Guimarães, o Hinode Barueri, de São Paulo, Vice Campeão paulista e 5º colocado na Superliga. Logo após um ano sem jogar, Jaque assinou contrato para a temporada 2019/2020 com o Osasco, retornando ao clube após seis anos e sendo assim uma das contratações mais comentadas da temporada.

Permanece em Osasco na temporada 2020/2021, após se destacar no ano anterior não só no passe, como também no ataque, sendo a bola de segurança da levantadora Roberta Ratzke.

Sagrou-se Campeã Paulista em 2020 e Terceiro Lugar na Superliga, ao lado de suas companheiras em Osasco.

Características de Jaqueline Carvalho

Jaqueline tem como principal característica de jogo o seu fundo de quadra, ou seja, a excelência nos fundamentos de recepção e defesa.

Na seleção e também no clube onde joga, a pernambucana é a principal jogadora nesses quesitos. Antes de suas contusões no joelho, Jaqueline atuava na posição de oposta, sendo um grande referencial de ataque nas equipes onde jogava.

Quando se transferiu para o Rio de Janeiro, após as cirurgias, passou a jogar como ponteira-passadora (além de atacar, adquiriu as responsabilidades de recepção e defesa).

A alegria com que joga e a personalidade absolutamente emotiva é o que a consagra como a jogadora mais carismática do grupo brasileiro atual.

Sendo assim, a mais requisitada pela imprensa e pelo mercado publicitário brasileiro, além de ser a mais buscada para fotos e autógrafos pelos fãs após os jogos.

Além disso, por sua beleza, feminilidade e sensualidade, é considerada a musa da Seleção Brasileira de Voleibol Feminino.

Vida pessoal de Jaqueline Carvalho

Jaqueline e Murilo Endres se conheceram em 1998, quando ela jogava no BCN/Osasco e ele, no Banespa. Ele, com 16 anos, foi assistir a um treino dela, então com 14 anos, e se encantou.

Com ajuda de amigos, pegou o telefone da ponteira da seleção feminina. Desse dia ao início do namoro foram três meses.

Depois de anos defendendo clubes na Europa, em 2009, o casal, já noivos, regressou ao Brasil para oficializar a relação que já durava cerca de dez anos.

Em 22 de outubro de 2009, casaram no civil, estabelecendo residência e jogando em clubes na cidade de São Paulo. Em maio de 2011, teve uma gravidez interrompida devido a um aborto espontâneo.

Superado o trauma, Jaqueline novamente engravidou; sendo anunciado oficialmente para a mídia e o público, quase na reta final da gestação já.

O primeiro filho do casal, Paulo Arthur Carvalho Endres, nasceu em 20 de dezembro de 2013.

Prêmios e títulos individuais de Jaqueline Carvalho

Sul-Americano de Clubes 2001 - MVP do Campeonato Mundial Juvenil 2001 - MVP do Campeonato Campeonato Mundial Adulto 2006 - Melhor Recepção Sul-Americano de Clubes 2009 - MVP do Campeonato Superliga Brasileira de Voleibol Feminino de 2009–10 - MVP da Final Grand Prix 2010 - Melhor Ataque Sul-Americano de Clubes 2011 - MVP do Campeonato e Melhor Saque Sul-Americano de Clubes 2012 - Melhor Saque Mundial de Clubes de Vôlei Feminino 2012 - Melhor Recepção Jogos Olímpicos de Verão de 2012 - MVP da Final Superliga Brasileira de Voleibol Feminino de 2012–13 - Série A - Melhor Recepção Superliga Brasileira de Voleibol Feminino de 2019–20 - Série A - Melhor Ponteira.

Data de Aniversário de Jaqueline Carvalho

Jaqueline Carvalho comemora seu aniversário todo dia 31 de Dezembro, e é do signo de Capricórnio.

Jaqueline Carvalho: Idade e Data de Nascimento

Jaqueline Carvalho, cujo nome de batismo é Jaqueline Maria Pereira de Carvalho Endres, nasceu em 1983, era Sábado. Hoje tem 38 anos de idade.

Altura de Jaqueline Carvalho

De acordo com as informações que recebemos, Jaqueline Carvalho tem 1.86 m de altura. Jaqueline Carvalho é considerada uma pessoa de estatura alta.

Características Físicas

Altura 1.86 m
Peso 70 kg
Peso Ideal 68.0 kg
IMC 20.23% (Peso normal) *
Olhos Castanhos
Tom da pele Parda
Sexo / Gênero Feminino

* O IMC serve apenas como base e não se aplica de forma fidedigna a idosos, crianças, adolescentes ou praticantes de musculação.

Horóscopo e Signo de Jaqueline Carvalho

Jaqueline Carvalho é de Capricórnio ♑, um signo de Terra.

O nativo do signo de Capricórnio traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em Jaqueline Carvalho em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam Jaqueline Carvalho uma pessoa:

  • responsável
  • paciente
  • ambiciosa
  • engenhosa
  • leal

Fraquezas ou Pontos fracos tornam Jaqueline Carvalho uma pessoa:

  • ditatorial
  • inibida
  • vaidosa
  • desconfiada
  • sem imaginação

Também fazem aniversário no dia 31 de Dezembro

Anthony Hopkins Bebe Neuwirth Ben Kingsley Carlos Areia Diane von Fürstenberg Geoff Meed James Remar Jimena Hoyos Luís Gaspar Michael D. Conway Michael McDonald Mike Tan Paul Rodriguez Psy Rosanne Mulholland Scott Ian Shannon Conley Terry Rhoads Tom Hamilton Tony Kanaan Victor Raider-Wexler

Outros famosos do signo de Capricórnio

Ademir de Souza Agatha Moreira Albie Selznick Alessandro Haber Alexandra Fatovich Alexandra Wentworth Alexandre Pires Alibe Parsons Alinne Moraes Allen Toussaint Ally Maki Alyson Reed Amanda Billing Amanda Green Amanda Peet Anatole Taubman André De Shields André Ramiro Andrew Caple-Shaw Angela Bettis Angelique Kerber Angourie Rice Ann Firbank Anthony Cruze Anthony Hopkins Anthony Minghella Antonio Birabent Antonio de la Torre Asha Etchison Ashleigh Banfield Ashley Zukerman Ashton Moio Augusto Portela Axel Witsel Barbara Scolaro Barbara Tarbuck Basil Hoffman Beau Mirchoff Bebe Neuwirth Bella Piero Ben Kingsley Ben Ross Beth Malone Beto Vandesteen Bianca Nappi Bibi Vogel Bill Bailey Bipasha Basu Birgitte Hjort Sørensen Bradley Cooper Brandão Filho Brandon Killham Brandon Tyler Russell Brian Leckner Brooke Baumer C.S. Lee Cabu Caique Dourado Canarinho Carlos Areia Carlos Saura Carlos Villagrán Carolin Ohrner Carolina Herrera Caroline Munro Cassia Kis Caster Semenya Catalina Saavedra
Ver todos

Comentários