Quem é Isabel Teixeira? Idade, Signo, Altura e Peso em 2022

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Isabel Teixeira: Nome verdadeiro, altura, idade e datas de aniversário e nascimento

Isabel Teixeira é do genero Feminino.

Isabel Teixeira, cujo nome de batismo é Isabel Teixeira de Oliveira, nasceu em 1973, era Sábado. Hoje tem 48 anos de idade.

Isabel Teixeira comemora seu aniversário todo dia 10 de Novembro, e é do signo de Escorpião.

De acordo com as informações que recebemos, Isabel Teixeira tem 1.68 m de altura. Isabel Teixeira é considerada uma pessoa de estatura média.

Horóscopo e Signo de Isabel Teixeira

Isabel Teixeira é de Escorpião ♏, um signo de Água.

O nativo do signo de Escorpião traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em Isabel Teixeira em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam Isabel Teixeira uma pessoa:

  • leal
  • apaixonada
  • engenhosa
  • observadora
  • dinâmica

Fraquezas ou Pontos fracos tornam Isabel Teixeira uma pessoa:

  • invejosa
  • obsessiva
  • suspeita
  • manipuladora
  • inflexível

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Perguntas Frequentes sobre Isabel Teixeira

Conheça abaixo algumas das perguntas mais frequentes sobre Isabel Teixeira.

Qual é a idade de Isabel Teixeira?
48 anos (10/11/1973)
Qual é a altura de Isabel Teixeira?
1.68 m
Qual é o peso ideal de Isabel Teixeira?
59 kg
Em que ano nasceu Isabel Teixeira?
1973
Qual é o signo de Isabel Teixeira?
Escorpião

Biografia de Isabel Teixeira

Nascida em São Paulo, com 10 anos de idade atuou no espetáculo infanto-juvenil “Uma Aventura a Caminho do Guarujá”, de Ninho Moraes e direção de Carlos Meceni, com o qual ganhou o Prêmio de Atriz Revelação pela APETESP.

Formou-se na Escola de Arte Dramática da USP e logo emplacou seus primeiros trabalhos como atriz dentro da própria universidade, nos anos 90, como em “Baal”, de Bertolt Brecht e direção de Roberto Lage, em 1997, entre outras.

Foi integrante-fundadora da Companhia Livre de Teatro, com a qual realizou trabalhos como atriz nos espetáculos “Toda Nudez Será Castigada”.

E “Um Bonde Chamado Desejo”, ambas sob a direção de Cibele Forjaz A última lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Shell de melhor atriz em 2002.

Na mesma companhia, em 2005, coordenou o projeto “Arena Conta Arena 50 Anos”, ganhador dos prêmios Shell e APCA do mesmo ano.

Entre 2007 e 2012, atuou como atriz em “Gaivota, Tema Para Um Conto Curto”, espetáculo baseado na obra de Anton Tchekhov, com direção de Enrique Diaz, que a levou em turnê pelo Brasil e diversas partes do mundo, como em Kunsten Festival dês Arts em Bruxelas; Teatro Sesc Pinheiros, São Paulo; Grec Festival, Barcelona; Toulouse, Bayonne, Lille, Lyon e Paris; Gijon e Santiago de Compostela; Bogotá; Lisboa; Quebéc e Montréal; e Shizuoka.

Em 2009, produziu, escreveu e atuou na obra “Rainha[(s)], Duas Atrizes em Busca de Um Coração”, com direção de Cibele Forjaz, com a qual ganhou o prêmio Shell de melhor atriz.

O espetáculo excursionou por várias cidades do Brasil, participou do Festival Schiller, em Mannheim em 2011 e, em 2012, participou do Festival Santiago a Mil no Chile.

Em 2011, Isabel apresentou a performance H.Tel&Soul no projeto X-Moradias, em Mannheim (Alemanha), concepção sua e da artista plástica Simone Mina sobre um poema inédito da desconhecida escritora Virgínia Rey.

Foi assistente de Regina Braga no espetáculo “Totatiando”, com Zélia Duncan, em 2011. Em 2013, dirigiu a peça “Desarticulações”, monólogo realizado por Regina Braga com texto de Sylvia Molloy.

Também em 2013, dirigiu o show “Tudo Esclarecido”, com Zélia Duncan. Entre 2014 e 2015, estreou PUZZLE (a, b, c e d), sob a direção de Felipe Hirsch.

Entre 2013 e 2020, atuou no espetáculo “E Se Elas Fossem Para Moscou?”, com o qual foi indicada como melhor atriz para os prêmios Questão de Crítica, Cesgranrio e APTR - direção de Christiane Jatahy.

A peça foi vista em países como Canadá, França, Portugal, Espanha, Bélgica, Croácia, Alemanha e Estados Unidos, cumprindo turnê até janeiro de 2020.

Entre 2014 e 2015, dirigiu o espetáculo “Animais na Pista”, de Michelle Ferreira, e o espetáculo “Agora Eu Vou Ficar Bonita”, com Regina Braga e Celso Sim e roteiro de Regina Braga e Dráuzio Varella.

Em 2016, dirigiu a peça “Fim de Jogo”, de Samuel Beckett, com Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas. No mesmo ano, codirigiu a peça “A Tragédia da América Latina”, sob a direção de Felipe Hirsch.

Ainda em 2016, dirigiu a peça “LOVLOVLOV, Peça Única em Cinco Choques”, com texto seu com Diego Marchioro e Fernando de Proença.

Em 2017, dirigiu a peça “A mulher que digita”, de Carla Kinzo. Como integrante da Cia. Vértice de Teatro, foi convidada pelo teatro Odeon de Paris e pelo Le Centquatre-Paris para atuar no espetáculo “Ítaca”, de Christiane Jatahy, que estreou em Paris em abril de 2018 e cumpriu turnê mundial até 2019.

Já em julho de 2019, dirigiu o novo show de Zélia Duncan “Tudo É Um”, com estreia nacional no Sesc Pinheiros/SP.

No mesmo ano, dirigiu a peça “São Paulo”, com roteiro de Regina Braga, que tinha estreia prevista para março 2020 e reestreou depois da pandemia, cumprindo turnê em 2022.

Por fim, no último biênio, escreveu e dirigiu a peça “People vs People”, com Fernando de Proença e Diego Marchioro, que estreou em novembro de 2019 em Curitiba.

Isabel escreveu o Podcast em três capítulos: “People vs Tesla”, para a Rumo de Cultura de Curitiba, que estreou em novembro de 2020, nas principais plataformas.

Ainda em 2020, integrou o elenco da série “Desalma”, de Ana Paula Maia, com direção de Carlos Manga Junior, exibida pelo Globoplay, interpretando a personagem Anele Burko.

Em 2022, retornou à personagem na segunda temporada da produção. Na televisão ganhou projeção nacional com sua atuação na novela exibida pela TV Globo, “Amor de Mãe”, de Manuela Dias, com direção de José Villamarin (2020).

Na produção, interpretou a personagem Jane, amiga fiel da vilã Thelma, interpretada por Adriana Esteves. Nesta mesma trama a personagem vivida por Isabel fica marcada por sua morte trágica ao ser assassinada pela própria confidente pouco tempo depois de descobrir uma verdade bastante inconveniente para a antagonista.

A partir de março de 2022 interpreta a personagem Maria Bruaca na refilmagem da telenovela Pantanal, exibida na faixa das 21h pela TV Globo.

A personageanteriormente foi interpretada por Ângela Leal na versão de Benedito Ruy Barbosa, na extinta TV Manchete. Bruaca é uma esposa que sofre duramente com os maus tratos do marido Tenório, interpretado por Murilo Benício, além de ser ainda caracterizada por ser uma pessoa bastante apegada à filha Guta (Julia Dalavia).

O remake foi adaptado por Bruno Luperi, com colaboração de Lucas Ohara, e com direção de Walter Carvalho, Davi Alves, Fábio Strazzer, Roberta Richard, Cristiano Marques e Noa Bressane.

A direção artística é de Rogério Gomes. Isabel se caracteriza por ser uma profissional que revisita e estuda muitos dos movimentos artísticos que compõem a dramaturgia, bem como o papel dos atores.

Analisando o papel do ator numa peça, Teixeira afirma que o artista também é um escritor, um compositor, tal qual o próprio autor da obra em que ele atua.

Segundo a atriz, se não for assim, o ator não tem razão de ser: "O ator escreve no ar da sala de ensaio".

Fonte: Isabel Teixeira na Wikipedia