Quem é Diego Armando Maradona? Idade, Signo, Altura e Peso em 2022

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Diego Armando Maradona: Nome verdadeiro, altura, idade e datas de aniversário e nascimento

Diego Armando Maradona é do genero Masculino.

Diego Armando Maradona nasceu em 1960, era Domingo. Hoje tem 61 anos de idade.

Diego Armando Maradona comemora seu aniversário todo dia 30 de Outubro, e é do signo de Escorpião.

Horóscopo e Signo de Diego Armando Maradona

Diego Armando Maradona é de Escorpião ♏, um signo de Água.

O nativo do signo de Escorpião traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em Diego Armando Maradona em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam Diego Armando Maradona uma pessoa:

  • leal
  • apaixonada
  • engenhosa
  • observadora
  • dinâmica

Fraquezas ou Pontos fracos tornam Diego Armando Maradona uma pessoa:

  • invejosa
  • obsessiva
  • suspeita
  • manipuladora
  • inflexível

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Perguntas Frequentes sobre Diego Armando Maradona

Conheça abaixo algumas das perguntas mais frequentes sobre Diego Armando Maradona.

Qual é a idade de Diego Armando Maradona?
61 anos (30/10/1960)
Em que ano nasceu Diego Armando Maradona?
1960
Qual é o signo de Diego Armando Maradona?
Escorpião

Primeiros anos de Diego Armando Maradona

Diego Armando Maradona nasceu em 30 de outubro de 1960, no Hospital Policlínico (Policlínico) Evita em Lanús, Província de Buenos Aires, em uma família pobre de origem galega que havia se mudado da Província de Corrientes.

Ele foi criado em Villa Fiorito, uma favela na periferia sul de Buenos Aires, Argentina, sendo o primeiro filho depois de quatro filhas.

Ele tinha dois irmãos mais novos, Hugo (el Turco) e Raúl (Lalo), ambos também jogadores profissionais de futebol. Seu pai Diego Maradona "Chitoro" (1927–2015) era descendente de Guaranis, e sua mãe Dalma Salvadora Franco, "Doña Tota" (1930–2011), era de ascendência italiana.

Os pais de Maradona nasceram e foram criados na cidade de Esquina, na província de Corrientes, no nordeste do país, morando a apenas duzentos metros um do outro nas margens do rio Corriente.

Em 1950, eles deixaram Esquina e se estabeleceram em Buenos Aires. Maradona recebeu sua primeira bola de futebol como um presente aos três anos de idade e rapidamente se tornou dedicado ao jogo.

Aos oito anos, Maradona foi observado por um caçador de talentos enquanto jogava no clube de sua vizinhança, Estrella Roja.

Atuou no Los Cebollitas, o time de juniores do Argentinos Juniors de Buenos Aires. Como um goleiro de 12 anos, ele divertia os espectadores mostrando sua magia com a bola durante os intervalos dos jogos da primeira divisão.

Ele nomeou o craque brasileiro Rivellino e o ponta-esquerda do Manchester United George Best entre suas inspirações enquanto crescia.

Seleção Nacional de Diego Armando Maradona

Maradona fez seu primeiro jogo pela Argentina em 1977, num amistoso contra a Hungria. Integrou o grupo dos pré-convocados para a Copa do Mundo de 1978, mas, apesar do clamor popular para vê-lo no torneio, a ser disputado no país, foi deixado de fora pelo técnico César Luis Menotti, em decisão polêmica em favor de Norberto Alonso, também apreciado por público e mídia – no momento da convocação, este era o artilheiro do campeonato com o futuro campeão River Plate e fizera belo gol no último amistoso, contra o Uruguai, tendo entrado durante a partida.

O que mais favorecia Beto Alonso, todavia, era o fato de ele ser o preferido dos dirigentes da AFA, o que incluía o general Carlos Alberto Lacoste."Ele ainda é um garoto e precisa amadurecer.

Mas sem dúvida ele pode mais que os outros e ainda vai brilhar muito no futebol", explicou Menotti sobre a decisão de cortar Maradona.

Maradona ficou arrasado, mas não guardou mágoas de Menotti, considerado por ele o melhor técnico que já teve, superior até a Carlos Bilardo, o comandante em 1986.

Pouco após o corte, foi consolado por Omar Sivori, ex-craque de história no River Plate e na Juventus e que defendera tanto a Argentina quanto a Itália: "Me escute, garoto... você tem a verdade do futebol dentro de si e toda uma vida para mostrá-la".

Apesar da decepção, Maradona chegaria a enviar um telegrama desejando sorte aos jogadores, a acompanhar dois jogos da Albiceleste no Monumental de Núñez, contra Itália e na decisão contra os Países Baixos, e a participar dos festejos pós-título pela cidade de Buenos Aires. No ano seguinte, Maradona liderou a Seleção na conquista do Campeonato Mundial Sub-20 de 1979.

Marcou seis vezes e foi eleito o melhor jogador da competição. 1979 foi também o ano em que ele marcou o primeiro gol pela seleção principal, em sua nona partida por ela.

Foi em vitória por 3–1 sobre a Escócia, em Glasgow. Ele também marcou o único gol da Argentina na derrota por 1–2 para Seleção do Resto do Mundo, em amistoso que ironicamente celebrava o primeiro aniversário do título argentino na Copa do Mundo de 1978.

Turbulenta vida pessoal pós-gramados de Diego Armando Maradona

Um ano após aposentar-se no Boca, foi à Copa do Mundo de 1998 como comentarista. Após a eliminação da Argentina, comandada por Daniel Passarella, manifestou pela primeira vez sua intenção em tornar-se técnico da Albiceleste, ao mesmo tempo em que não perdoava o desafeto: "Para começar vou dizer que quero ser o técnico da Seleção.

O que mais bronca me deu é que não jogou a Argentina. Nos disfarçamos de Alemanha e caímos fora do mundial.

Nossos jogadores podem dormir tranquilos. Perdemos pelo planejamento tático. (...) Estou quente porque Passarella negou a 35 milhões de argentinos a presença de Caniggia e Redondo".

Passarella não chamara os dois por não concordar com cabelos compridos, e só não fizera o mesmo com Gabriel Batistuta porque este acatara o pensamento do treinador.

No ano seguinte, em que é eleito o atleta argentino do século, Maradona envolveu-se em nova polêmica com filhos fora do casamento: desta vez, a justiça argentina determinou que ele é pai de uma menina de três anos, após sete negativas do ex-jogador em fazer o exame de DNA.

No entanto, Maradona faria o exame mais tarde e ficaria provado que ele não era o pai da jovem. Já no caso de Diego Sinagra, filho que Maradona teve enquanto viveu na itália, o reconhecimento, ainda que tardio, aconteceria.

Em 2000, inicia um tratamento contra as drogas em Cuba, após ser internado depois de tomar um coquetel de remédios em Punta del Este, no Uruguai, e quase morrer.

Na ilha, se enfurece com fotógrafos locais, agride-os e quebra o vidro de um carro com um soco, rendendo-lhe novo processo.

Esteve próximo da morte novamente em 2000 em setembro, quando destrói sua caminhonete ao chocar-se com um ônibus em Havana, escapando ileso por milagre.

Em outubro, é contratado para ser manager do Almagro, mas jamais assume o cargo. Em novembro, tem seu visto negado para entrar no Japão, onde iria assistir seu clube do coração o Boca Juniors enfrentar o Real Madrid no Mundial Interclubes; as autoridades japonesas alegam o vício de Maradona em drogas como justificativa.

A redenção pessoal de Dieguito vem em dezembro, quando é eleito o melhor jogador do século pela FIFA por votação na Internet.

Porém, ele se retira da festa para não cruzar com o desafeto Pelé, que recebe premiação similar oferecida por votos de jornalistas.

No mês seguinte, em janeiro de 2001, é abordado por agentes do fisco italiano ao chegar ao aeroporto de Roma; Maradona estaria devendo 24 milhões de dólares em impostos.

Antes de uma nova viagem a Itália, em novembro, quebra o equipamento de um jornalista no aeroporto. Em 2002, volta a ter negada a sua entrada no Japão, onde pretendia assistir a Copa do Mundo de 2002.

No mesmo ano, a namorada de infância que tornou-se sua esposa, Claudia Vilafañe, pede a separação. Ele também é condenado a dois anos e meio de prisão pela agressão aos jornalistas com espingarda em 1994, mas não precisou cumprir a pena.

Arranja problemas também com a vizinhança de sua nova casa, na qual chega a provocar um incêndio na sauna. Em abril de 2004, fica novamente a ponto de morrer.

Passa mal após assistir uma partida entre Boca Juniors e Nueva Chicago na Bombonera e é internado com problemas cardíacos e infecção pulmonar na Clínica Suíço-Argentina, em Buenos Aires, constatando-se overdose de cocaína.

Ele fica em coma e chega a respirar com ajuda de aparelhos, reagindo apenas no oitavo dia. Sai dois dias depois sem ter alta dos médicos.

Em maio, é novamente internado, chegando a ser recusado por várias instituições médicas da Argentina e do exterior. Chega a ser sedado e amarrado após uma crise de abstinência da cocaína.

Seu médico particular declara em ultimato que ele tem a última chance de salvar sua vida. Maradona posteriormente afirmaria que retirou forças para se desintoxicar definitivamente após apelos de sua filha Giannina: "pai, você tem que viver por mim".

Após cinco meses de internação, obtém autorização judicial para ir a Cuba retomar seu tratamento. Em 2016, o ex-jogador se envolveu uma nova polêmica com membros da AFA (Associação de Futebol da Argentina) e especialmente com o também ex-jogador Juan Sebastián Verón a quem chamou de "traidor" após problemas na entidade que passava por uma crise interna.

Técnico da Argentina de Diego Armando Maradona

Maradona assumiu o comando da Seleção Argentina em outubro de 2008, após a saída de Alfio Basile. Julio Grondona, o presidente da Associação do Futebol Argentino, já havia lhe prometido verbalmente o cargo após a Copa do Mundo de 2006, mas na época optara por Basile.

Após o técnico sucumbir com os maus resultados e críticas da imprensa, Grondona pensava em efetivar Sergio Batista, técnico da seleção argentina olímpica que conseguira a medalha de ouro nos Jogos de 2008.

Porém, nas próprias Olimpíadas de Pequim, Maradona pavimentou seu caminho. Com permissão livre para acompanhar a delegação, Maradona procurou travar relação forte com os jogadores, muitos deles figuras também da seleção principal, como seu genro Sergio Agüero, Fernando Gago e Lionel Messi.

Grondona, doze dias após a demissão de Basile, enfim acatou o desejo de Diego, por razões políticas: o homem mais indicado para o cargo, Carlos Bianchi, era um desafeto pessoal do presidente.

O anúncio causou furor. Quinhentos jornalistas se credenciaram para cobrir a sua estreia, contra a Escócia. Maradona chegou a ameaçar demitir-se em menos de duas semanas, pois Grondona não aceitava o ex-jogador Oscar Ruggeri na comissão técnica.

Mesmo endeusado, porém, Maradona continuou a colecionar polêmicas, como discussões indiretas com Juan Román Riquelme, que pediu dispensa da Seleção.

Riquelme já se sentia deslocado por não receber a mesma atenção que Maradona dedicava os jogadores "europeus". O novo técnico ainda tirou-lhe a faixa de capitão, entregue a Javier Mascherano.

A gota de água para Riquelme foi ter sido criticado por Maradona na televisão. Em 2009, sofreu bastantes críticas. A Argentina obteve resultados vergonhosos, incluindo uma goleada de 1–6 frente à Bolívia em La Paz, o pior resultado da história da seleção – sendo que, ironicamente, Maradona manifestara-se a favor do direito boliviano de usar a cidade, em alta altitude –, e uma derrota de 1–3 para o Brasil em plena Rosário.

Os argentinos ficaram ameaçados de não se classificarem, conseguindo no sufoco a última vaga direta no confronto direto contra o Uruguai, em Montevidéu.

Em menos de vinte jogos, Maradona usou oitenta jogadores diferentes. Apesar de criticado por muitos, completou um ano no comando da seleção com bons números: em 13 jogos, venceu 9 e perdeu 4.Após o árbitro apitar o fim da partida dramática contra o Uruguai, Maradona não se esqueceu das pesadas críticas que sofreu da imprensa, expressando todo o seu ressentimento em desabafos obscenos, gritando em referência aos suas genitais "que la chupen, que la chupen y que la sigan mamando".

A grosseria lhe renderia uma suspensão da FIFA por dois meses, além de uma multa. Posteriormente, pediu publicamente desculpas, mas apenas às mulheres e crianças.

A fúria contra a própria imprensa argentina era anterior até mesmo ao caso onde atirara para espantar jornalistas em 1994: em 1991, após ser preso sob efeito de drogas em Caballito, Maradona não perdoou jornalistas que insinuaram a respeito de aventuras homossexuais do jogador, apanhado na companhia de vários homens que os jornalistas apontaram como "suspeitos".

Na convocação para a Copa, chamou apenas dois de quatro experientes argentinos que haviam contribuído decisivamente para a brilhante temporada 2009–10 da Internazionale triplamente campeã (campeonato italiano, Copa da Itália e Liga dos Campeões da UEFA, feito inédito na Itália): Walter Samuel e Diego Milito, deixando de fora Javier Zanetti e Esteban Cambiasso até da lista dos 30 pré-convocados , bem como o irmão de Diego, Gabriel Milito (do Barcelona) e Fernando Gago (do Real Madrid).

Zanetti teria ficado com imagem negativa perante ao treinador após as derrotas para Brasil e Paraguai, nas eliminatórias, e o estilo de jogo de Cambiasso não agradaria Maradona.

Gago e Gabriel Milito, por sua vez, pouco haviam jogado na temporada europeia (o madridista, pela reserva e Gabi, por lesões), e o técnico já havia antecipado que iria priorizar quem vinha mantido ritmo de jogo.

Também para a pré-lista não chamou outros mais famosos, por não viverem boa fase ou não se encaixarem no seu jogo: Pablo Aimar, Javier Saviola, Lucho González, Éver Banega, Pablo Zabaleta e Lisandro López já eram dados como fora do mundial antes mesmo da divulgação da lista preliminar.

Maradona não esqueceu, todavia, dos surpreendentes heróis da classificação argentina. Ele havia pré-convocado sete atacantes, deixando de fora da lista final o jovem Ezequiel Lavezzi, destaque do Napoli, favorecendo o veterano Martín Palermo, autor do gol da vitória nos acréscimos sobre o Peru, na penúltima partida, minutos após o gol de empate peruano em pleno Monumental de Núñez.

Já uma vaga de volante que poderia ter sido de Gago ficou com Mario Bolatti, autor do único gol da última partida, contra o Uruguai.

Na disputa da Copa do Mundo de 2010, teve um bom começo, obtendo na fase de grupos três convincentes vitórias em três jogos, contra Nigéria, Coreia do Sul e Grécia – curiosamente, Maradona havia enfrentado os três países em primeira fase de Copas também como jogador; o técnico sul-coreano, Huh Jung-Moo, havia inclusive jogado contra ele na de 1986.

As fases finais também remetiam ao passado, mas mais recente para os argentinos, onde enfrentaram os mesmos adversários da Copa do Mundo de 2006: nas oitavas-de-final, a Argentina obteve grande vitória sobre o México, ganhando a oportunidade da revanche contra a Alemanha, novamente nas quartas.

Porém, a competição voltou a se encerrar para os argentinos nesta fase, em derrota pelo inesperado placar de 0–4. No dia 28 de julho, Maradona foi confirmado que não mais continuaria no comando da equipe.

Pouco após a saída, já se lançava um livro sobre o trabalho de Maradona como técnico da seleção. O autor, um dos jornalistas insultados por ele, desfere várias críticas - desde a realização de treinamentos apenas vespertinos por causa da dificuldade de Maradona em acordar cedo, o que fazia os atletas se entediarem pelas manhãs na concentração, até a acusação de que boa parte do alto número de jogadores convocados em um curto período por ele o foram por outros propósitos: seriam empresariados por amigos do técnico, que conseguiam vendê-los para clubes europeus após a convocação.

Como personagem em mídias de Diego Armando Maradona

Em 1982, Maradona, ainda antes de consagrar-se mundialmente, manifestou seu desejo em ter um personagem de história em quadrinhos idealizado nele, inspirado no sucesso da Turma do Pelezinho, de Mauricio de Sousa.

Seu desejo chegou ao próprio Mauricio e um encontro entre os dois foi marcado na concentração da Seleção Argentina, às vésperas da Copa do Mundo da Espanha.

Empolgado, Maradona chegou a fazer o próprio rascunho do personagem que imaginava, pediu a Mauricio que o nome fosse "Dieguito" em vez de "Maradoninha", e contou ao desenhista passagens de sua infância que pudessem render histórias.

Mauricio saiu da Argentina com inspiração para um turma composta por outros onze personagens, dentre os quais Vaquita e Flaquito.

Séries de tiras inteiras para jornais, revistas e mesmo um desenho animado foram produzidas, mas acabaram engavetadas constantemente: inicialmente, por conta da saída de Maradona para o Barcelona, ainda naquele ano, o que obrigou Mauricio a mudar alguns planos, com a previsão de que a Turma do Dieguito chegasse ao público argentino em 1984.

Todavia, naquele ano o jogador trocou novamente de clube, indo para o Napoli, obrigando novo atraso. As notícias do envolvimento de Maradona com as drogas e outras polêmicas de sua vida pessoal acabaram fazendo Mauricio desistir de vez do personagem, lamentando: "Pela natureza dos problemas de Diego, resolvemos congelar o projeto.

Coloquei tudo dentro de uma gaveta e nunca mais abri. Entreguei tudo para a mulher dele. (...) Dieguito poderia, quem sabe, ter dado um rumo diferente à vida de Maradona".

Ainda assim, em 2005, o personagem Dieguito foi brevemente utilizado no programa televisivo de Maradona, La Noche del Diez, no dia em que Pelé foi entrevistado.

Em uma animação, ele joga bola com Pelezinho, tal qual seus inspiradores fariam no programa. Ficou a promessa de que Dieguito voltaria a ser utilizado, para campanhas de responsabilidade social.

Ainda em 2005, foi lançado "Amando a Maradona - Una película sobre el amor incondicional", videotributo de Javier Vázquez que reúne imagens pouco conhecidas, testemunhos de pessoas próximas a Diego, de adeptos da Igreja Maradoniana e de diversos outros fãs.

O cartaz do filme mostra uma Seleção Argentina composta por onze Maradonas, com rostos que correspondem a distintas épocas de sua vida.

Um filme intitulado Maradona - La Mano de Dios, dirigido pelo diretor italiano Dino Risi, foi lançado em 2007 em sua homenagem.

Em 2008, outro documentário biográfico sobre o ex-jogador foi lançado: "Maradona by Kusturica", produzido pelo cineasta sérvio Emir Kusturica. O cantor franco-espanhol Manu Chao é outro que já homenageou Maradona, tendo composto duas músicas para o ídolo: "Santo Maradona" e "La Vida Tombola", esta última pertencendo à trilha sonora do filme de Kusturica.

Filmes e Séries de Diego Armando Maradona

Foram produzidos filmes, séries e documentários, que retrataram sua vida e jornada pelo esporte mundial como jogador e técnico de futebol.

El día que Maradona conoció a Gardel (1996) Amando Maradona (2005) Maradona, a Mão de Deus (2007) Maradona by Kusturica (2008) Maradona (2019) Maradona no México (2019) Maradona: Conquista de um sonho (2021).

Títulos de Diego Armando Maradona

Boca JuniorsCampeonato Argentino: Metropolitano 1981BarcelonaCopa do Rei: 1982-83 Copa da Liga Espanhola: 1982-83 Supercopa da Espanha: 1983NapoliCopa da UEFA: 1988–89 Campeonato Italiano: 1986-87, 1989-90 Copa da Itália: 1986-87 Supercopa da Itália: 1990Seleção ArgentinaCopa do Mundo FIFA: 1986 Troféu Artemio Franchi: 1993 Campeonato Mundial de Futebol Sub-20: 1979.

Prêmios e honrarias de Diego Armando Maradona

Diploma al Mérito Konex: 1980, 1990 "Los Siete Magníficos del deporte", por Gueron Sportivo: 1986 Ciudadano Ilustre de la Ciudad de Buenos Aires: 1986 Nomeado "Embajador Deportivo" pelo Presidente da República Argentina: 1990 Premio Konex de Brillante: 1990 Premio Konex de Platino: 1990 Eleito "Maestro Inspirador de Sueños" pela Universidad de Oxford, Inglaterra: 1995 Aposentadoria da "Camisa 10" pelo Napoli como reconhecimento a sua contribuição ao clube: 2000 Premio Domingo Faustino Sarmiento entregue pelo Senado de la Nación Argentina 2005 Declarado "deportista meritorio y vecino ilustre del partido de Ezeiza": 2007 Hall da Fama do futebol italiano: 2014 International Federation of Football History & Statistics (IFFHS) Legends.

Morte de Diego Armando Maradona

Em 3 de novembro de 2020, foi operado com sucesso de um hematoma subdural. Nove dias depois, Maradona recebeu alta e foi repousar em sua casa em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires.

No dia 25 de novembro de 2020, enquanto estava em sua casa, Maradona sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu, aos 60 anos, por volta do meio-dia.

Sua morte foi noticiada pelo jornal argentino Clarín e confirmada pouco depois, no começo da tarde. O resultado preliminar da autópsia apontou que Maradona sofreu um infarto enquanto dormia.

Além disso, ele teve uma insuficiência cardíaca, seguida de um edema agudo no pulmão. Um dia depois da morte, seu corpo foi velado na Casa Rosada, sede do governo argentino.

A despeito de a Argentina ser um dos países mais afetados pela pandemia de COVID-19, isso não impediu que centenas de milhares de pessoas comparecessem no local para prestarem suas últimas homenagens, o que resultou em grande tumulto e confusão.

Os restos mortais de Maradona foram sepultados no cemitério Jardin de Bella Vista, localizado no bairro de mesmo nome (Bella Vista), na periferia de Buenos Aires, onde também estão enterrados os corpos dos pais do jogador.

Em 23 de dezembro de 2020 foi divulgado um relatório detalhado da autópsia. O laudo constatou que Maradona não estava sob o efeito de álcool ou drogas ilícitas, mas foram detectadas a presença de psicofármacos, utilizados para controlar ansiedade e depressão.

A causa da morte teria sido "edema agudo de pulmão secundário a insuficiência cardíaca crônica exacerbada" e também ficou evidente que o ex-jogador sofria de cardiomiopatia dilatada: seu coração pesava 503 gramas, o dobro do normal.

Todo esse conjunto de fatores fez crescer a possibilidade de erro médico, uma vez que os problemas cardíacos não foram tratados adequadamente, e até mesmo foram agravados pelo uso dos psicofármacos, já que estes provocam arritmia cardíaca.

Em junho de 2022, foi noticiado que oito profissionais de saúde vão ser julgados por homicídio involuntário de Maradona, com circunstâncias agravantes, após concluída a investigação da morte do jogador.

Um juiz de San Isidro confirmou o processo a esses profissionais, que inclui um neurocirurgião médico de família, um psiquiatra, um responsável de enfermagem e enfermeiros, depois de o Ministério Público ter pedido a demissão destes em abril, apontando deficiências e negligência nos cuidados com Maradona, que recuperava em casa de uma neurocirurgia.

Os oito profissionais enfrentam sentenças que variam entre os oito e 25 anos de prisão, mas devem permanecer em liberdade até ao julgamento, já que a procuradoria de San Isidro não solicitou a prisão preventiva.

Segundo a procuradoria, a equipa responsável por Maradona foi "protagonista de uma internação domiciliar sem precedentes, totalmente deficiente e imprudente", e cometeu uma "série de improvisos, má gestão e inadimplências".

Fonte: Diego Armando Maradona na Wikipedia