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Bill Clinton

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Início da vida de Bill Clinton

William Jefferson Blythe III nasceu em 19 de agosto de 1946, no Hospital Julia Chester, na cidade de Hope, Arkansas.

Seu pai, o texano William Jefferson Blythe Jr. (1918–1946), era um vendedor e morreu em um acidente de carro três meses antes dele nascer.

Pelo lado paterno, ele é descendente de escoceses, irlandeses e ingleses, que teriam se estabelecido no país antes mesmo da independência.

Logo após ele ter nascido, sua mãe, Virginia Dell (1923–1994), se mudou para Nova Orleães para estudar enfermagem. Ela deixou o seu filho em Hope com os avós, Eldridge e Edith Cassidy, que tinham uma mercearia.

Naquele período, o sul dos Estados Unidos era muito segregado racialmente. Mesmo assim, os avós de Bill atendiam todas as pessoas, independente de cor.

Em 1950, a sua mãe voltou e se casou com Roger Clinton, Sr., que era dono de uma revendedora de carros em Hot Springs, Arkansas, com seu irmão e com seu amigo Earl T. Ricks.

Embora ele tenha assumido quase imediatamente o uso do sobrenome de seu padrasto, foi só quando Billy (como era chamado) chegou aos 15 anos que ele adotou formalmente o nome Clinton.

Ele disse certa vez que se lembra do seu padrasto como um apostador e alcoólatra, que abusava de sua mãe e de seu meio-irmão, Roger Clinton, Jr., ao ponto que o próprio Bill teve que intervir para pará-lo.

Na cidade de Hot Springs, Bill estudou nas escolas St. John's Catholic Elementary, Ramble Elementary e Hot Springs High School.

Por lá ele se demonstrou um aluno astuto, eleito líder da classe, um ávido leitor e um músico talentoso. Clinton fazia parte do coral e aprendeu a tocar o saxofone tenor, que lhe deu reconhecimento local.

Nessa época ele considerou seguir uma carreira como músico, mas, como ele afirmou em sua autobiografia My Life: "Aos dezesseis anos, eu decidi que queria entrar para a vida pública e ser eleito para um cargo.

Eu amava música e achava que era bom, mas eu sabia que não seria um John Coltrane ou Stan Getz.

Eu tinha um interesse em medicina e pensei que podia ser um bom médico, mas eu sabia que não seria um Michael DeBakey.

Mas eu sabia que poderia ser um bom servidor público". O interesse de Clinton por direito começou ainda em Hot Springs durante um trabalho escolar, onde ele mostrou uma boa retórica e habilidades políticas.

Clinton disse que dois momentos da sua vida foram decisivos para ele decidir estudar direito, ambos em 1963. Um deles foi sua visita a Casa Branca para se encontrar com o presidente John F. Kennedy.

O outro foi quando ele ouviu o discurso "Eu Tenho um Sonho" (I Have a Dream), do reverendo Martin Luther King Jr..

Campanha presidencial e eleição de 1992 de Bill Clinton

O primeiro teste para Bill na corrida a presidência foi o caucus de Iowa, onde ele terminou em terceiro lugar numa disputa ganha por Tom Harkin.

Durante a campanha das primárias de New Hampshire, foi reportado um possível caso extraconjugal com a modelo e atriz Gennifer Flowers.

As pesquisas de opinião mostravam Bill Clinton atrás do senador por Massachusetts Paul Tsongas nesse estado. Então, após o Super Bowl XXVI, Clinton e sua esposa Hillary foram ao programa 60 Minutes para refutar a história.

Aparecer na televisão foi um risco calculado, mas deu certo. Ele ainda terminou em segundo lugar, atrás de Tsongas, mas a vantagem do senador foi muito menor que a esperada.

A mídia começou então a dar mais atenção para Clinton como um candidato sério. Bill então avançou vencendo as primárias na Flórida, no Texas e em boa parte da região sul dos Estados Unidos na chamada "Super Terça".

Isso o colocou a frente na corrida para a nomeação. Contudo, o governador da Califórnia, Jerry Brown, também conquistava vitórias e Clinton ainda precisava vencer um estado fora da região sul, que era sua terra natal.

Bill mirou então em Nova Iorque, um dos estados mais importantes. Ele acabou vencendo por lá, e por uma boa margem.

Se tornando então um candidato de consenso, ele acabou vencendo as primárias na Califórnia, superando o governador do estado Jerry Brown.

Assim ele ganhou, de forma acentuada, a indicação do partido para a presidência dos Estados Unidos. Durante a campanha, houve questões de conflito de interesses entre negócios do estado do Arkansas e da poderosa firma Rose Law, que Hillary Rodham Clinton era parceira.

Clinton argumentou que todas as transações com o estado haviam sido deduzidas antes de ter sido determinado o pagamento da firma de Hillary.

Os negócios da esposa se tornaram um assunto relevante pois Bill Clinton costumava dizer que, com Hillary, os eleitores teriam "dois presidentes pelo preço de um".

Enquanto estava em campanha para a presidência, o então governador Clinton teve que voltar para o seu estado do Arkansas para ver se Ricky Ray Rector seria mesmo executado.

Depois de matar um civil e um policial, Rector atirou na própria cabeça (mas sobreviveu), fazendo com que sua defesa alegasse insanidade.

De acordo com as leis federais e estaduais, um preso acometido de doenças mentais não pode ser executado. A corte havia discordado de que ele teria um grave problema mental e permitiu a execução.

O retorno de Clinton ao Arkansas foi, de acordo com o The New York Times, uma tentativa de acabar com a imagem de que ele era "brando com crime".

Como a popularidade do presidente incumbente George H. W. Bush era de 80% no período posterior a Guerra do Golfo, ele foi descrito como imbatível.

Porém Bush acabou fazendo uma concessão aos democratas no congresso para aumentar impostos a fim de balancear o orçamento, algo que ele prometeu que não faria durante sua eleição em 1988.

Por não ter cumprido sua promessa e com a economia estagnada, os índices de aprovação de Bush caíram vertiginosamente. Clinton condenou Bush, não pelos seus atos, mas por não entregar o que prometeu em sua campanha.

A aprovação do presidente no cargo havia caído para 40% e Clinton subiu nas pesquisas de opinião. Além disso, os conservadores americanos, outrora unidos pelo anti-comunismo (algo que já não era relevante com o fim da Guerra Fria), não tinham mais um assunto que os unisse incondicionalmente, o que quebrou a unidade do partido republicano.

Quando Pat Buchanan e Pat Robertson focaram seus discursos em seus valores cristãos durante a Convenção Republicana de 1992, muitos moderados e seculares do partido se sentiram alienados.

Bush decidiu apaziguar a direita religiosa e criticou os democratas por "omitirem Deus de sua plataforma política". Clinton, em contrapartida, se apresentava como um centrista e moderado, se autointitulando um "New Democrat" ("Novo Democrata"), defendendo seu governo no Arkansas, apesar da ala liberal (progressista) do partido ainda ter receio dele.

Muitos democratas conservadores, que haviam apoiado Ronald Reagan e Bush nas eleições anteriores, decidiram apoiar Clinton. Bill e seu vice, Al Gore, viajaram pelo país na reta final da campanha, anunciando que eram o "novo começo".

Clinton acabou vencendo a eleição presidencial americana de 1992 (com 43% da preferência do eleitorado, ou 44 909 806 votos) em cima do presidente republicano George H. W. Bush (que conseguiu 37,4% dos votos).

O bilionário populista Ross Perot, que concorreu como independente, acabou sendo um fator desequilibrador nas eleições, roubando muitos votos de Bush (ele conseguiu 18,9% dos votos totais).

Para os analistas, o fator determinante na derrota do presidente incumbente e na eleição de Clinton foi a queda da popularidade de Bush após números ruins da economia.

A eleição do democrata Bill Clinton pôs fim a doze anos de governo republicano na Casa Branca. Os democratas também conquistaram a maioria no Congresso dos Estados Unidos, sendo esta a primeira vez desde os anos 70 que o partido tinha o controle dos poderes legislativo e executivo ao mesmo tempo.

Presidência (1993–2001) de Bill Clinton

Durante sua presidência, Bill Clinton apresentou uma variedade de novas leis e regulamentações, aprovadas no congresso ou implementadas por ordens executivas.

Algumas destas políticas, como o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio e reformas no sistema de assistencialismo social, são atribuídas a sua filosofia de governo centrista da chamada "Terceira via", enquanto em outros assuntos ele era considerado de centro-esquerda.

Na política econômica, contudo, ele era visto como um apoiante do conservadorismo fiscal. Durante seu governo, os Estados Unidos viram uma redução no déficit orçamentário.

Além disso, Clinton presidiu sobre a maior expansão econômica em tempos de paz na história do país. O Escritório Orçamentário do Congresso reportou um superávit nas contas públicas de US$ 69 bilhões em 1998, US$ 126 bilhões em 1999 e US$ 236 bilhões em 2000, os três últimos anos da presidência de Bill.

Já o déficit orçamentário ficou em US$ 5,413 trilhões em 1997 e US$ 5,656 trilhões em 1999. Após deixar a presidência, Clinton se mudou para Nova Iorque e ajudou sua esposa a ganhar o posto de Senadora por lá.

Pós-presidência de Bill Clinton

Bill Clinton continuou ativo na vida pública após deixar a Casa Branca em 2001, dando discursos, trabalhando para o Partido Democrata e organizações de caridade.

Desde 1988, Clinton já participou de seis Convenções Nacionais Democratas.

Opinião pública de Bill Clinton

Os índices de aprovação de Clinton variavam entre 40% e 50% durante o seu primeiro mandato. No segundo mandato, sua popularidade ficou acima de 50%, chegando a superar 60%.

Após o seu quase impeachment entre 1998 e 1999, seu índice de popularidade chegou aos níveis mais altos enquanto ele estava no cargo, possivelmente puxado pela divulgação de dados muito positivos da economia.

Uma pesquisa feita pela CBS, junto com o jornal New York Times, disse que ele deixou a presidência com seu trabalho sendo aprovado por 68% da população, que empatou com Ronald Reagan e Franklin D. Roosevelt como os presidentes com mais altos índices de popularidade quando saíram do cargo.

Quando ele deixou a presidência, uma pesquisa feita pela CNN/USA TODAY/Gallup revelou que 45% do eleitorado afirmou que ia sentir falta dele no cargo de presidente.

Enquanto 55% dos entrevistados disseram que achavam que ele "ainda tem algo a contribuir e deveria permanecer na vida pública"; 68% disseram que ele será lembrado também por todos os "escândalos" que ocorreram na sua presidência; e 58% responderam "Não" a pergunta "Você geralmente acha que ele é honesto e digno de confiança?".

Já 47% afirmaram que eram apoiadores do ex presidente. O mesmo percentual de pessoas disseram que ele seria lembrado como um presidente "Excepcional" ou "acima da média", enquanto 22% afirmaram que ele foi um presidente "abaixo da média" ou "ruim".

Uma pesquisa feita pelo grupo Gallup, em fevereiro de 2007, pediu para que os seus correspondentes dissessem quem era o maior presidente americano.

Clinton ficou em quarto lugar, com 13% da preferência dos pesquisados. Em uma outra pesquisa, feita um ano antes pela Quinnipiac University Polling Institute perguntou quem era o melhor presidente dos Estados Unidos desde a segunda guerra mundial e Bill Clinton ficou em segundo lugar, atrás de Ronald Reagan.

Contudo, na mesma pesquisa, quando perguntado qual era o pior presidente desde o mesmo período, Clinton ficou em terceiro lugar, atrás de Richard Nixon e George W. Bush.

Em maio de 2006, uma nova pesquisa feita pela rede CNN comparou a performance de Clinton na presidência se comparado ao seu sucessor, George W. Bush, e afirmou que a maioria da população acredita que Clinton foi um presidente melhor que Bush.

A rede de notícias ABC News afirmou, em 2001, que o consenso entre a população era que Clinton "não era confiável, pois ele tinha valores éticos fracos, mas fez um bom trabalho na presidência".

Depois de deixar a presidência, Clinton atingiu índices de aprovação de 66%, a melhor performance de um presidente do pós-guerra, três pontos a frente de Reagan e John F. Kennedy.

Em março de 2010, uma pesquisa da Newsmax/Zogby perguntou aos americanos qual dos ex presidentes ainda vivos estaria melhor preparado para enfrentar os problemas que a nação enfrentava atualmente e por uma boa margem, a população escolheu Bill Clinton.

Ele foi preferido por 41% do povo, enquanto George W. Bush recebeu 15%, George H. W. Bush 7% e Jimmy Carter recebeu 5%.

Uma pesquisa feita em 2015 pelo The Washington Post perguntou a 162 acadêmicos da American Political Science Association para ranquear os presidentes dos Estados Unidos por "grandeza".

Clinton foi colocado na oitava posição (de 44), com 70%.

Imagem pública de Bill Clinton

Como o primeiro presidente baby boomer, Clinton foi o primeiro homem a ocupar a presidência que não estava vivo durante a segunda guerra mundial.

Os autores Martin Walker e Bob Woodward afirmaram que o estilo de dialogo de Clinton, seu carisma e percepção pública foi um fator para os seus altos índices de popularidade.

Em 1992, quando Clinton apareceu no The Arsenio Hall Show tocando o seu saxofone, ele foi descrito por alguns conservadores como o "presidente da MTV".

Mas os liberais de esquerda e a população mais jovem se identificou com Bill, afirmando que ele humanizou a presidência.

Oponentes se referiam a ele como "Slick Willie", um apelido dado a ele pela primeira vez em 1980 pelo jornalista Paul Greenberg do Pine Bluff Commercial; Greenberg acreditava que Clinton estava abandonando as políticas progressistas do seus predecessores no posto de governador do Arkansas, como Winthrop Rockefeller, Dale Bumpers e David Pryor.

A afirmação de que ele era um "Slick Willie" ficaria durante toda a sua presidência. Com uma altura de 1,88 m, Bill era o quarto mais alto presidente da história da nação.

Seu jeito de caipira o fez com que lhe dessem o apelido de "Bubba", especialmente no sul do país. Desde 2000, ele também tem sido chamado de "The Big Dog" ou "Big Dog".

Bill teve um papel proeminente na campanha a reeleição do Presidente Obama durante as eleições gerais, após um grande discurso na Convenção Nacional Democrata de 2012, onde ele apoiou incondicionalmente a nomeação de Obama e criticou o concorrente republicano Mitt Romney e as políticas do partido dele, o que lhe rendeu o apelido de "Explainer-in-Chief" ("Explicador-em-Chefe").

Clinton teve bons índices de popularidade com as minorias, especialmente com a comunidade afro-americana. Vários tópicos importantes para este grupo foram abordados durante sua presidência.

Em 1998, a vencedora do Prêmio Nobel, Toni Morrison, disse que Clinton foi o "primeiro presidente negro", afirmando que ele "mostrava todos os traços de um negro: criado por só um dos pais, nascido pobre, classe trabalhadora, tocador de saxofone, amante de comida tipo McDonald's do Arkansas".

Notando que a vida sexual de Clinton era escrutinada mais do que suas conquistas, Morrison comparou isso aos esteriótipos e "dois pesos, duas medidas" que os negros tem que encarar.

Honras e prêmios de Bill Clinton

Várias faculdades e universidades deram a ele títulos honoríficos, incluindo legum Doctor e litterarum humanarum doctor. Escolas receberam o nome de Clinton, e até estátuas foram erguidas em sua honra.

Ele recebeu honras nos estados do Missouri, Arkansas, Kentucky e Nova Iorque. Ele chegou a receber, das mãos do secretário de defesa William S. Cohen uma medalha por serviços distintos, em 2001.

O Clinton Presidential Center, que é a sua biblioteca presidencial, foi aberta na cidade de Little Rock, no seu estado natal do Arkansas, em 5 de dezembro de 2001.

Ele também recebeu honras estrangeiras, incluindo dos governos da República Tcheca, Papua-Nova Guiné, Alemanha, e Kosovo. Neste último o reconhecimento foi maior, pois Clinton ajudou o país enquanto este estava em guerra.

Ruas foram renomeadas em sua honra, como na capital Pristina e foi erguida uma estátua dele por lá. Em 1992, Clinton foi nomeado como a "Pessoa do Ano" pela revista Time, e novamente em 1998, junto com Ken Starr.

Uma pesquisa feita pela Gallup em 1999, colocou Clinton como uma das pessoas mais admiráveis do século XX. Ele também recebeu prêmios por sua contribuição em questões sociais e direitos dos LGBTs.

Em novembro de 2013, o então presidente Barack Obama lhe deu a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração civil dada pelo governo americano.

Livros escritos de Bill Clinton

Between Hope and History. New York: Times Books. 1996. ISBN 978-0-8129-2913-3 My Life 1st ed. New York: Vintage Books. 2004.

ISBN 978-1-4000-3003-3 Giving: How Each of Us Can Change the World 1st ed. New York: Knopf. 2007. ISBN 0-307-26674-5 Back to Work: Why We Need Smart Government for a Strong Economy.

[S.l.]: Knopf. 2011. ISBN 978-0-307-95975-1 The President Is Missing, novela de suspense escrita em parceria com James Patterson e publicado pela primeira vez em 2018.

Data de Aniversário de Bill Clinton

Bill Clinton comemora seu aniversário todo dia 19 de Agosto, e é do signo de Leão.

Bill Clinton: Idade e Data de Nascimento

Bill Clinton nasceu em 1946, era Segunda-feira. Hoje tem 75 anos de idade.

Altura de Bill Clinton

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Características Físicas

Altura Não informado
Peso Não informado
Peso Ideal Não informado
Olhos Não informado
Tom da pele Não informado
Sexo / Gênero Não informado

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