Quem é Belchior? Idade, Signo, Altura e Peso em 2022

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Belchior: Nome verdadeiro, altura, idade e datas de aniversário e nascimento

Belchior é do genero Masculino.

Belchior nasceu em 1946, era Sábado. Hoje tem 75 anos de idade.

Belchior comemora seu aniversário todo dia 26 de Outubro, e é do signo de Escorpião.

Horóscopo e Signo de Belchior

Belchior é de Escorpião ♏, um signo de Água.

O nativo do signo de Escorpião traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em Belchior em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam Belchior uma pessoa:

  • leal
  • apaixonada
  • engenhosa
  • observadora
  • dinâmica

Fraquezas ou Pontos fracos tornam Belchior uma pessoa:

  • invejosa
  • obsessiva
  • suspeita
  • manipuladora
  • inflexível

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Perguntas Frequentes sobre Belchior

Conheça abaixo algumas das perguntas mais frequentes sobre Belchior.

Qual é a idade de Belchior?
75 anos (26/10/1946)
Em que ano nasceu Belchior?
1946
Qual é o signo de Belchior?
Escorpião

Carreira de Belchior

Durante sua infância, no Rudge Ramos, foi "cantador" de feira e poeta repentista. Estudou música, canto para coral e piano com Acácio Halley.

Seu pai, Otávio Belchior Fernandes, era um cidadão muito respeitado na cidade - foi juiz e delegado. Sua mãe, Dolores, cantava no coral da igreja.

Ainda criança, recebeu influência dos cantores do rádio Ângela Maria, Cauby Peixoto e Nora Ney. Foi programador de rádio em Sobral.

Em 1962, mudou-se para Fortaleza, onde estudou Filosofia e completou seus estudos no colégio de padres. A seguir, Belchior optou por vivenciar um período de disciplina religiosa, vivendo em comunidade com frades italianos no mosteiro Guaramiranga, onde aprimorou seu latim, italiano e canto gregoriano.

Após isso, regressou a Fortaleza, onde estudou Medicina, mas abandonou o curso no quarto ano, em 1971, para dedicar-se à carreira artística.

Ligou-se a um grupo de jovens compositores e músicos, como Fagner, Ednardo, Amelinha, Jorge Mello, Rodger Rogério, Teti, Cirino e outros.

O grupo ficou conhecido como o "Pessoal do Ceará". De 1967 a 1970, apresentou-se em festivais de música no Nordeste.

Em 1971, quando se mudou para o Rio de Janeiro, venceu o IV Festival Universitário da MPB, com a canção "Na Hora do Almoço", cantada por Jorginho Telles e Jorge Nery, com a qual estreou como cantor em disco, um compacto da etiqueta Copacabana. Em São Paulo, para onde se mudou em 1972, compôs canções para alguns filmes de curta metragem, continuando a trabalhar individualmente e às vezes em grupo.

Mais adiante, no segundo semestre de 1976, foi convidado para ser um dos artistas fundadores da WEA no Brasil, atualmente conhecida como a Warner Music Group. Em 1972, Elis Regina gravou sua composição "Mucuripe", juntamente com Fagner.

Atuando em escolas, teatros, hospitais, penitenciárias, fábricas e televisão, gravou seu primeiro LP em 1974, na gravadora Chantecler. O seu segundo álbum, Alucinação (Polygram, 1976), consolidou sua carreira, gravando canções de sucesso como "Velha Roupa Colorida" e "Como Nossos Pais", que haviam sido lançadas por Elis Regina, em 1975, em seu espetáculo "Falso Brilhante"; e "Apenas um Rapaz Latino-Americano".

Graças a estes hits, Alucinação vendeu 30 mil cópias em apenas um mês. Outros êxitos incluem "Paralelas", lançada por Vanusa, e "Galos, Noites e Quintais", regravada por Jair Rodrigues.

Em 1979, no LP Era uma Vez um Homem e Seu Tempo (Warner), gravou "Comentário a Respeito de John", uma homenagem a John Lennon, que também foi gravada pela cantora Bianca.

Em 1983, junto com um sócio, fundou sua própria produtora e gravadora, Paraíso Discos; e em 1997 tornou-se sócio do selo Camerati, ambos em São Paulo.

Sua discografia inclui Um show – dez anos de sucesso (1986, Continental) e Vício Elegante (1996, GPA Music/Paraíso), com regravações de sucessos de outros compositores.

Controvérsias de Belchior

Em 2005 Belchior conheceu Edna Prometheu no ateliê do amigo comum Aldemir Martins. Em 2006 seu empresário artístico por quase trinta anos Hélio Rodrigues, de ascendência espanhola, mudou-se para Espanha e Portugal por alguns anos.

Posteriormente, em 2008, Belchior deixou de fazer shows e abandonou seus bens pessoais em São Paulo. Enfrentou processos judiciais relacionados às duas filhas mais novas e um processo trabalhista.

Devido a esses processos, Belchior teve seus carros e suas contas bancárias bloqueados e estava impedido de retirar o dinheiro relativo aos direitos de suas músicas.

O cantor se encontrava em Porto Alegre, onde morou em hotéis, casas de fãs e em uma instituição de caridade.

Em 2009 a Rede Globo noticiou um suposto desaparecimento do cantor. Segundo a emissora, Belchior havia sido visto pela última vez em abril de 2009, ao participar de um show do cantor tropicalista Tom Zé, realizado em Brasília.

Turistas brasileiros afirmam terem-no encontrado no Uruguai em julho do mesmo ano. As suspeitas foram confirmadas quando Belchior foi encontrado no Uruguai, de onde concedeu entrevista para o programa Fantástico, da Rede Globo.

Na entrevista, o cantor revelou que não havia desaparecido e estava preparando, além de um disco de canções inéditas, o lançamento de todas as suas canções também em espanhol.

Em 2012 ele novamente desapareceu, juntamente com a Edna, de um hotel 4 estrelas na cidade de Artigas, no Uruguai.

Deixou para trás uma dívida de diárias, além de objetos pessoais. Ao ser identificado passeando por Porto Alegre afirmou que as noticias sobre a dívida no Uruguai não seriam verdadeiras.

Morte de Belchior

Belchior morreu em 30 de abril de 2017, aos 70 anos, na cidade de Santa Cruz do Sul. O governo do Ceará emitiu uma nota de pesar.

A causa da morte foi a ruptura de um aneurisma da aorta, a principal artéria do corpo humano. O governador do Ceará, Camilo Santana, decretou luto oficial de três dias, providenciando o traslado do corpo, garantindo assim, o desejo do cantor de ser enterrado no Estado do Ceará, sendo velado em Sobral, sua cidade natal, e sepultado em Fortaleza.

Genealogia e origens sefarditas de Belchior

Como muitos nativos de Sobral, Belchior era descendente direto de diversos Judeus sefarditas, conforme a genealogia de sua família apresentada por Candido Pinheiro Koren de Lima.

Destacadamente, era descendente de Branca Dias, Brites Mendes de Vasconcelos e de Belchior da Rosa.

Homenagens de Belchior

De fevereiro a dezembro de 2016, o Projeto Belchior 70, idealizado pela professora Josely Teixeira Carlos, pesquisadora e autora de dissertação de mestrado e tese de doutorado sobre o artista, analisou em uma série de programas radiofônicos toda a discografia autoral de Belchior. Em outubro de 2016, o Programa Especial das Seis, da rádio Educadora FM da Bahia, dedicou cinco programas especiais à obra de Belchior.

A convite da emissora, teve na apresentação Josely Teixeira Carlos. O especial foi reprisado em maio de 2017, após a morte do artista.

Durante os meses de outubro e novembro de 2016, em Fortaleza, o projeto Belchior Sete Zero celebrou o aniversário de 70 anos de Belchior, constituindo-se na maior homenagem que o artista teve em vida.

Produzido por Marta Pinheiro, Rogers Tabosa e Ricardo Kelmer, e contando com duas dezenas de eventos, o projeto envolveu bares, faculdades e espaços culturais como Teatro José de Alencar, Centro Cultural Banco do Nordeste, Jornal O Povo, Teatro Carlos Câmara e CUCA, e contou com o lançamento do livro Para Belchior com Amor, organizado pelo escritor Ricardo Kelmer e que reúne textos de catorze autores cearenses inspirados em canções de Belchior.

A programação teve também debates, shows musicais e apresentações da peça teatral De Olhos Abertos Lhe Direi, de Ricardo Guilherme, criada especialmente para o projeto.

Em outubro de 2016 foi lançado o livro Para Belchior com Amor (Miragem Editorial), organizado pelo escritor Ricardo Kelmer, com contos, crônicas e cartas escritos por catorze autores cearenses, inspirados em canções de Belchior.

Participam da obra: Thiago Arrais, Ana Karla Dubiela, José Américo Bezerra Saraiva, Ricardo Guilherme, Ethel de Paula, Cleudene Aragão, Ricardo Kelmer, Raymundo Netto, Joan Edesson de Oliveira, Gero Camilo, Carmélia Aragão, Jeff Peixoto, Xico Sá e Roberto Maciel. Também em outubro de 2016, foi lançado o disco Alucinação - Marcelo Filho canta Belchior, onde o músico paulista Marcelo Filho regravou o disco de maior sucesso da carreira do compositor cearense, como forma de homenageá-lo ainda em vida, ainda que não se soubesse o paradeiro do cantor.

Em dezembro de 2016, a "14ª Edição do Prêmio Hangar de Música" teve como tema “Vamos Cantar Belchior”, e reuniu vários artistas da música potiguar para celebrar e homenageá-lo.

Em janeiro de 2017 (antes de sua morte, portanto), Belchior, foi homenageado virando nome de um bloco carnavalesco em Belo Horizonte.

O “Volta, Belchior”, com todos os foliões usando um bigode à la Zapata que nem o cantor, desfila no bairro Santa Tereza. Em fevereiro de 2019, foi lançado o livro Belchior - Abraços e Canções - Entrevista Inédita (Editora Clube dos Autores), organizado por sua irmã mais nova Ângela Belchior e Estêvão Zizzi, sobre uma entrevista que Belchior teria concedido em 2005.

Prêmios e honrarias de Belchior

2009 - Canção Como Nossos Pais (de sua autoria) foi considerada uma das 100 Maiores Músicas Brasileiras pela Rolling Stone Brasil - posição 43 2012 - Belchior aparece na lista As 100 Maiores Vozes da Música Brasileira pela Rolling Stone Brasil - posição 58.

Fonte: Belchior na Wikipedia