Quem é Ban Ki-moon? Idade, Signo, Altura e Peso em 2022

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Ban Ki-moon: Nome verdadeiro, altura, idade e datas de aniversário e nascimento

Ban Ki-moon é do genero Masculino.

Ban Ki-moon nasceu em 1944, era Terça-feira. Hoje tem 78 anos de idade.

Ban Ki-moon comemora seu aniversário todo dia 13 de Junho, e é do signo de Gêmeos.

Horóscopo e Signo de Ban Ki-moon

Ban Ki-moon é de Gêmeos ♊, um signo de Ar.

O nativo do signo de Gêmeos traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em Ban Ki-moon em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam Ban Ki-moon uma pessoa:

  • energética
  • inteligente
  • imaginativa
  • inteligente
  • adaptável

Fraquezas ou Pontos fracos tornam Ban Ki-moon uma pessoa:

  • superficial
  • impulsiva
  • inquieta
  • desonesta
  • indecisa

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Perguntas Frequentes sobre Ban Ki-moon

Conheça abaixo algumas das perguntas mais frequentes sobre Ban Ki-moon.

Qual é a idade de Ban Ki-moon?
78 anos (13/06/1944)
Em que ano nasceu Ban Ki-moon?
1944
Qual é o signo de Ban Ki-moon?
Gêmeos

Biografia de Ban Ki-moon

Ban nasceu em Eumseong em uma pequena vila agrícola em Chungcheong do Norte, em 1944 no fim da ocupação japonesa da Coreia.

Sua família se mudou para a cidade vizinha de Chungju, onde ele foi criado. Durante a infância de Ban, seu pai teve um armazém, mas o armazém faliu e a família perdeu seu padrão de vida de classe média.

Quando Ban tinha seis anos, sua família fugiu para uma montanha remota durante a Guerra da Coreia. Após o fim da guerra, sua família retornou a Chungju.

Na escola secundária de Chungju, Ban se tornou um aluno brilhante, particularmente em seus estudos de inglês. Em 1952, ele foi escolhido por sua classe para enviar uma mensagem para o então Secretário-Geral da ONU Dag Hammarskjöld, mas é desconhecido se a mensagem foi de fato enviada.

Em 1962, Ban venceu um concurso de redação promovido pela Cruz Vermelha e ganhou uma viagem para os Estados Unidos onde ele viveu em São Francisco com uma família de acolhimento por vários meses.

Como parte da viagem, Ban conheceu o presidente John F. Kennedy. Quando, no encontro, um jornalista perguntou a Ban o que ele queria ser quando crescesse, ele disse "eu quero me tornar um diplomata".

Ele recebeu o diploma de bacharel em Relações Internacionais do Universidade Nacional de Seul em 1970, e um diploma de mestrado em administração pública do John F. Kennedy School of Government na Universidade Harvard em 1985.

Em Harvard, ele estudou sob a tutela de Joseph Nye que observou que Ban tem "uma rara combinação de clareza analítica, humildade e perseverança".

Ban foi agraciado com o grau de Doctor of Laws (Honoris Causa) pela Universidade de Malta em 22 de abril de 2009.

Ele ainda recebeu um diploma honorário de Doutor em Direito da Universidade de Washington em outubro de 2009. Além de seu idioma nativo, o coreano, Ban fala inglês, francês, e japonês.

Tem havido dúvidas, no entanto, com respeito à extensão de seu conhecimento em francês, um dos dois idiomas oficiais do Secretariado das Nações Unidas.

Família de Ban Ki-moon

Ban Ki-moon conheceu Yoo Soon-taek em 1962 quando ambos eram estudantes colegiais. Ban tinha 18 anos de idade, e Yoo Soon-taek era presidente do conselho estudantil do ensino secundário.

Ban Ki-moon se casou com Yoo Soon-taek em 1971. Eles tem três filhos adultos: duas filhas e um filho. Sua filha mais velha, Seon-yong, nasceu em 1972 e agora trabalha para a Korea Foundation em Seul.

Ela é casada com um indiano. Seu filho, Woo-hyun nasceu em 1974 na Índia. Ele recebeu um MBA da Anderson School of Management na Universidade da Califórnia em Los Angeles, e trabalha para uma firma de investimento em Nova York.

Sua filha caçula, Hyun-hee (nascida em 1976), é uma oficial de campo da UNICEF em Nairóbi. Depois de sua eleição como secretário-geral, Ban se tornou um ícone em sua cidade natal, onde sua família ainda reside.

Mais de 50 mil se reuniram em um estádio de futebol em Chungju para a comemoração do resultado. Nos meses seguintes a sua eleição, milhares de praticantes de feng shui foram até sua vila para determinar como ela produziu uma pessoa tão importante.

Ban não é membro de qualquer igreja ou grupo religioso e recusou-se a expor suas crenças: "Agora, como secretário-geral, não será apropriado neste momento falar sobre a minha própria crença em qualquer religião em particular ou em Deus.

De maneira que, talvez teremos algum outro momento para falar sobre assuntos pessoais.". Sua mãe é budista.

Personalidade de Ban Ki-moon

No Ministério do Exterior coreano seu apelido era Ban-jusa, que significa "o Burocrata" ou "o funcionário administração.". O nome era usado tanto de maneira positiva quanto negativa: naquela elogiando o detalhismo de Ban e sua habilidade administrativa enquanto nesta era vista como uma falta de carisma e subserviência aos seus superiores.

O corpo de impressa coreano o chama de "a enguia escorregadia" por sua habilidade para se esquivar de questões. Seu comportamento também tem sido descrito como o de um traidor da paz mundial e aproximação ao "Confucianismo".

Ele é considerado por muitos como um "stand-up guy" e é conhecido por seu "sorriso fácil".

Carreira diplomática de Ban Ki-moon

Depois de se formar na universidade, Ban recebeu a pontuação máxima no exame de serviços estrangeiros da Coreia. Ele entrou para o Ministério de Relações Exteriores em maio de 1970, e trabalhou para sua ascensão na carreira durante os anos da Constituição Yusin.

Seu primeiro posto no exterior foi em Nova Déli, onde serviu como vice-cônsul e impressionou muitos de seus superiores no Ministério das Relações Exteriores com sua competência.

Ban teria aceitado um cargo na Índia ao invés de um mais prestigioso nos Estados Unidos, porque na Índia ele seria capaz de economizar mais, e mandar mais dinheiro para sua família em sua terra natal.

Em 1974 ele recebeu sua primeira designação para a ONU, como Primeiro-Secretário da Missão de Observação Permanente do Sul (a Coreia do Sul tornou-se um país-membro da ONU em 17 de setembro de 1991).

Depois do assassinato de Park Chung-hee em 1979, Ban assumiu o cargo de Diretor da Divisão das Nações Unidas. Em 1980, Ban tornou-se diretor da Secretaria de Tratados e Organizações Internacionais, com sede em Seul.

Ele foi designado duas vezes para a embaixada da República da Coreia em Washington, D.C. Entre estas duas designações, ele serviu como Diretor-Geral para a American Affairs em 1990–1992.

Em 1992, ele se tornou vice-presidente da Comissão Conjunta Norte-Sul de Controle Nuclear, em sequencia da adoção pelas Coreia do Norte e do Sul da Declaração Conjunta sobre a Desnuclearização da Península da Coreia.

De 1993 até 1994 Ban foi o embaixador-adjunto da Coreia do Sul nos Estados Unidos. Ele foi promovido à posição de Vice-Ministro do Planejamento de Políticas e Organizações Internacionais em 1995 e então nomeado Conselheiro de Segurança Nacional do Presidente em 1996.

A extensa carreira de Ban no exterior o tem ajudado a evitar o implacável ambiente político da Coreia do Sul.

Ban foi nomeado embaixador para Áustria e Eslovênia em 1998, e um ano depois ele foi também eleito como presidente da Comissão Preparatória para a Organização do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares (CTBTO PrepCom).

Durante as negociações, em que Ban considera o maior erro de sua carreira, ele incluiu em uma carta pública uma declaração positiva sobre o Tratado Sobre Mísseis Antibalísticos em 2001, não muito tempo depois de os Estados Unidos haverem decidido abandonar o tratado.

Para evitar a ira dos Estados Unidos, Ban foi demitido pelo presidente Kim Dae-jung, que também emitiu um pedido público de desculpas pela declaração de Ban. Ban ficou desempregado pela única vez em sua carreira e estava esperando receber uma nomeação para trabalhar em um cargo em alguma embaixada remota e desimportante.

Em 2001, durante a 56ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, República da Coreia ocupou a presidência rotativa, e para surpresa de Ban, ele foi selecionado para ser o chefe de gabinete do presidente da Assembléia Geral, Han Seung-soo.

Em 2003, o presidente eleito Roh Moo-hyun selecionou Ban como um de seus assessores para política externa.

Campanha para Secretário-Geral: 2007 de Ban Ki-moon

Em fevereiro de 2006, Ban declarou sua candidatura para substituir Kofi Annan como secretário-geral da ONU no fim deste mesmo ano, tornando-se o primeiro sul-coreano a concorrer à cadeira.

Embora Ban tenha sido o primeiro a anunciar sua candidatura, ele não foi considerado um concorrente sério. Durante os oito próximos meses, Ban fez visitas ministeriais a cada um dos 15 países com um lugar no Conselho de Segurança.

Dos sete candidatos, ele esteve à frente em cada uma das quatro straw polls conduzidas pelo Conselho de Segurança: em 24 de julho, 14 de setembro, 28 de setembro, e 2 de outubro.

Durante o período destas votações, Ban fez discursos importantes para a Asia Society e o Council on Foreign Relations em Nova York.

Para ser confirmado, Ban precisava não apenas ganhar o apoio da comunidade diplomática, mas também ser capaz de evitar um veto de qualquer dos cinco membros permanentes do conselho: República Popular da China, França, Rússia, o Reino Unido, e os Estados Unidos.

Ban era popular em Washington por ter incitado o envio de tropas sul-coreanas ao Iraque, e tinha o apoio da administração Bush.

Mas Ban também se opôs a várias posição dos EUA: ele expressou seu apoio à Corte Penal Internacional e esteve à favor de uma abordagem totalmente não-confrontacional para lidar com a Coreia do Norte.

Ban disse durante sua campanha que ele gostaria de visitar a Coreia do Norte em pessoa para se conhecer Kim Jong-il diretamente.

Ban foi visto como uma forte contraste a Kofi Annan, que era considerado carismático, mas considerado como um gestor fraco por causa doe problemas em torno do programa “petróleo por alimento” da ONU no Iraque.

Ban se esforçou para ganhar a aprovação da França. Sua biografia declara que ele fala tanto inglês quanto francês, os dois idiomas oficiais do Secretariado das Nações Unidas.

Ele tem repetidamente feito grande esforço para responder perguntas em francês dos jornalistas. Ban reconheceu reiteradamente suas limitações em francês, mas garantiu a diplomatas franceses que ele iria se dedicar a continuar seu estudo.

Em uma conferência à imprensa em 11 de janeiro de 2007, Ban comentou, “Meu francês talvez poderia ser melhorado, e eu estou continuando a trabalhar nele.

Tenho tido aulas de francês ao longo dos últimos meses. Eu acho que, até que meu francês não seja perfeito, eu vou continuar a estudá-lo”.

Com a proximidade da eleição para Secretário-Geral, houve uma crescente crítica sobre a campanha da Coreia do Sul por causa do comportamento de Ban.

Especificamente, sua prática declarada de visitar sistematicamente todos os países-membros do Conselho de Segurança em seu cargo como Ministro das Relações Exteriores e Comércio para para garantir votos em seu apoio, assinando acordos comerciais com países europeus e dando garantia de ajuda exterior a países em desenvolvimento foram o foco de muitos artigos de notícia.

De acordo com The Washington Post, "rivais tem confidencialmente reclamado que a República da Coreia, que tem a 11ª maior economia do mundo, tem exercido seu poder econômico para gerar apoio para sua candidatura.".

Ban teria dito que essas insinuações são "infundadas". Em uma entrevista em 17 de setembro de 2006 ele declarou: "Como favorito, eu sei que posso me tornar um alvo deste processo extremamente escrutinador," e "eu sou um homem de integridade".

Na votação informal final em 2 de outubro, Ban recebeu catorze votos favoráveis e uma abstenção dos quinze membros do Conselho de Segurança.

A abstenção veio da delegação japonesa, que opôs-se veementemente à ideia de um coreano assumir o cargo de Secretário-Geral. Devido ao apoio esmagador à Ban pelo resto do Conselho de Segurança, mais tarde o Japão votou a favor de Ban para evitar polêmica.

Mais importante, Ban foi o único a escapar de um veto; cada um dos outros candidatos recebeu pelo menos um voto "não" entre os cinco membros permanentes.

Após a votação, Shashi Tharoor, que terminou em segundo, retirou sua candidatura e o representante permanente da China na ONU disse ao jornalistas que "é bastante claro que a partir da straw poll de hoje que o ministro Ban Ki-moon é o candidato que o Conselho de Segurança vai recomendar à Assembleia Geral".

Em 9 de outubro, o Conselho de Segurança formalmente escolheu Ban como seu candidato. Na votação pública, ele foi apoiado por todos os 15 membros do conselho.

Em 13 de outubro, os 192 membros da Assembleia Geral das Nações Unidas proclamaram Ban como Secretário-Geral.

Primeiro mandato como Secretário-Geral de Ban Ki-moon

Quando Ban se tornou Secretário-Geral, The Economist listou os principais desafios a enfrentar em 2007: "o demônio nuclear ascendente no Irã e na Coreia do Norte, uma ferida hemorrágica em Darfur, violência sem fim no Oriente Médio, iminente desastre ambiental, escalada do terrorismo internacional, a proliferação de armas de destruição em massa, a propagação de HIV/AIDS.

E, em seguida, as preocupações mais paroquiais, tais como o trabalho em grande parte inacabado da tentativa mais abrangente de reforma na história da ONU".

Antes de começar, Kofi Annan contou a história que quando o primeiro Secretário-Geral Trygve Lie deixou o cargo, ele disse a seu sucessor, Dag Hammarskjöld, "Você está prestes a assumir o trabalho mais impossível do mundo".

Em 1 de janeiro de 2007 Ban assumiu o cargo como o oitavo Secretário-Geral das Nações Unidas. O mandato de Ban abriu como uma flap.

Em seu primeiro encontro com a imprensa como Secretário-Geral em 2 de janeiro de 2007, ele se recusou a condenar a pena de morte imposta a Saddam Hussein pelo Alto Tribunal Iraquiano, observando que “a questão da pena capital é uma decisão a ser tomada por todo e cada país-membro”.

As declarações de Ban contradisseram a oposição de longa data das Nações Unidas à pena de morte, como uma questão dos direitos humanos.

Ele rapidamente esclareceu sua postura no caso de Barzan al-Tikriti e Awad al-Bandar, dois alto funcionários que foram condenados pela morte de 148 xiitas na vila iraquiana de Dujail na década de 1980.

Em um comunicado através de seu porta-voz em 6 de janeiro, ele "fortemente instou o Governo do Iraque a conceder a suspensão da execução para aqueles cujas penas de morte podem ser realizadas no futuro próximo”.

Sobre a questão mais ampla, ele disse em uma audiência em Washington, DC, em 16 de Janeiro de 2007, que ele reconheceu e incentivou "a crescente tendência na sociedade internacional, no direito internacional e nas políticas e práticas internas para eliminar progressivamente, eventualmente, a pena de morte.”.No décimo aniversário da morte de Pol Pot, líder do Khmer Vermelho, 15 de abril de 2008, Ban Ki-moon apelou para que os principais líderes do regime fossem levados à justiça.

O tribunal da Corte Suprema do Camboja, que foi criado pelas Nações Unidas e pelo Camboja e que se tornou operacional em 2006, deverá continuar pelo menos até 2010.

Campanha para o segundo mandato como Secretário-Geral: 2011 de Ban Ki-moon

Em 6 de junho de 2011, Ban Ki-moon anunciou formalmente sua candidatura para um segundo mandato consecutivo como Secretário-Geral das Nações Unidas.

Ele anunciou sua candidatura em uma conferência à imprensa, após uma reunião com o grupo de países asiáticos na ONU.

O primeiro mandato Ban Ki-moon como o Secretário-Geral estava definido para terminar em 31 de Dezembro de 2011. Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança apoiaram a sua candidatura.

Não houve rival declarado para o posto. Em 17 de junho de 2011, ele recebeu a recomendação do Conselho de Segurança por unanimidade, e, em 21 de junho, sua nomeação foi confirmada também por unanimidade na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Seu novo mandato de cinco anos como Secretário-Geral começou em 1 de janeiro de 2012 e terminou a 31 de dezembro de 2016.

Honrarias e prêmios de Ban Ki-moon

Ban Ki-moon foi galardeado com a Ordem de Honra ao Mérito pelo governo da Coreia do Sul em três ocasiões: em 1975, 1986 e 2006. Por suas realizações como um enviado, ele recebeu a Condecoração de Honra ao Mérito da República da Áustria em 2001. Ele foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco pelo governo do Brasil. Ele foi agraciado com a Grã-Cruz do Sol pelo governo do Peru. Ele foi agraciado com um título de Doctor Honoris Causa pela Universidade Nacional Maior de São Marcos, a principal universidade do Peru e a mais antiga das Américas (2011).

Ele foi agraciado com o título de Doutor de Direito Honoris Causa pela Universidade das Filipinas, a universidade nacional do país, em 2008. Ele foi honrado com o Prêmio James A. Van Fleet pela Korea Society em Nova York por suas contribuições pela amizade entre os Estados Unidos e a República da Coreia. Ele foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, de Portugal, a 13 de Maio de 2016.

Fonte: Ban Ki-moon na Wikipedia