Quem é Adolf Hitler? Idade, Signo, Altura e Peso em 2022

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Adolf Hitler: Nome verdadeiro, altura, idade e datas de aniversário e nascimento

Adolf Hitler é do genero Masculino.

Adolf Hitler nasceu em 1889, era Sábado.

Adolf Hitler comemora seu aniversário todo dia 20 de Abril, e é do signo de Touro.

De acordo com as informações que recebemos, Adolf Hitler tem 1.75 m de altura. Adolf Hitler é considerado uma pessoa de estatura média.

Adolf Hitler morreu?

Segunda-feira, dia 30 de Abril de 1945 foi o dia da morte de Adolf Hitler, que faleceu aos 56 anos de idade.

Horóscopo e Signo de Adolf Hitler

Adolf Hitler é de Áries ♈, um signo de Fogo.

O nativo do signo de Touro traz consigo algumas características que podem ou não ser vistas em Adolf Hitler em diferentes graus de intensidade. Veja abaixo um pouco de cada uma dessas características.

Pontos fortes tornam Adolf Hitler uma pessoa:

  • independente
  • generosa
  • otimista
  • entusiasmada
  • corajosa

Fraquezas ou Pontos fracos tornam Adolf Hitler uma pessoa:

  • temperamental
  • de pavio curto
  • egocêntrica
  • impulsiva
  • impaciente

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Perguntas Frequentes sobre Adolf Hitler

Conheça abaixo algumas das perguntas mais frequentes sobre Adolf Hitler.

Qual é a idade de Adolf Hitler?
56 anos (19/04/1889)
Qual é a altura de Adolf Hitler?
1.75 m
Qual é o peso ideal de Adolf Hitler?
68.75 kg
Em que ano nasceu Adolf Hitler?
1889
Qual é o signo de Adolf Hitler?
Touro

Início da carreira política de Adolf Hitler

Após a primeira guerra mundial, Hitler retornou para Munique. Sem uma educação formal ou prospectos de carreira, ele decidiu permanecer no exército.

Em julho de 1919, ele foi apontado como Verbindungsmann (agente de inteligência) da Aufklärungskommando (Comando de Reconhecimento) do Reichswehr (o novo exército alemão), com o propósito de influenciar outros soldados e se infiltrar no Partido Alemão dos Trabalhadores (DAP).

Enquanto monitorava as atividades do DAP, Hitler foi atraído pelo fundador do partido, Anton Drexler, e sua retórica antissemita, nacionalista, anticapitalista e antimarxista.

Drexler favorecia um governo forte e ativo, uma versão não judaica do socialismo (como ele descrevia), e solidariedade entre os membros da sociedade.

Impressionado com as capacidades oratórias de Hitler, Drexler o convidou para se juntar ao DAP. Hitler aceitou a 12 de setembro de 1919, tornando-se o membro nº 555 (o partido havia começado a contagem de membros no número 500 para dar a impressão de ser maior do que realmente era).

No DAP, Hitler conheceu Dietrich Eckart, um dos fundadores do partido e membro da ocultista Sociedade Thule. Eckart se tornou um dos mentores de Hitler, trocando ideias com ele e o apresentando à alta sociedade de Munique.

Para aumentar seu apelo popular, o DAP mudou seu nome para Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães; NSDAP, ou Partido Nazista).

Hitler desenhou a bandeira do partido colocando uma suástica preta dentro de um círculo branco com um fundo vermelho. Hitler foi formalmente dispensado pelo exército em 31 de março de 1920 e começou a trabalhar em tempo integral no Partido Nazista (NSDAP).

O quartel-general do partido era em Munique, um viveiro do sentimento nacionalista alemão antigoverno determinado a esmagar o marxismo e minar a autoridade da República de Weimar.

Em fevereiro de 1921 — já acostumado a falar para grandes públicos — ele se dirigiu a uma plateia de mais de 6 000 numa noite.

Para divulgar a reunião, dois caminhões cheios de partidários do seu movimento dirigiram por Munique balançando suásticas e distribuindo panfletos nazistas.

Hitler ganhou notoriedade por seus grandes e polêmicos discursos contra o Tratado de Versalhes, rivais políticos e especialmente contra os marxistas-comunistas e os judeus.

Em junho de 1921, enquanto Hitler e Eckart estavam em uma viagem para angariar fundos em Berlim, um motim irrompeu na sede do NSDAP em Munique.

Membros do comitê executivo queriam fundir a legenda com os rivais do Partido Socialista Alemão (DSP), que também era de extrema-direita.

Hitler retornou para Munique em 11 de julho e, com raiva, renunciou a sua filiação do partido. Os membros do comitê sabiam que a demissão da sua principal figura pública e orador significaria o fim do partido.

Hitler anunciou que ele retornaria à legenda na condição de que ele substituiria Drexler na liderança do partido e o quartel-general deles permaneceria em Munique.

O comitê aceitou e ele formalmente retornou ao NSDAP em 26 de julho como o membro nº 3 680. Hitler continuou a enfrentar oposição dentro do próprio NSDAP: entre seus principais oponentes estava Hermann Esser, que fora expulso do partido.

Foram impressos mais de 3 000 panfletos criticando Hitler, acusando-o de ser um traidor. Nos dias seguintes, Hitler discursou em vários locais (sempre lotados) e se defendeu, atacando Esser, sempre recebendo estrondosos aplausos.

Sua estratégia foi bem-sucedida e em uma reunião com a cúpula do partido, em 29 de julho, foram concedidos a ele poderes absolutos dentro do Partido Nazista, substituindo Drexler, numa votação de 533 a 1.Os discursos cáusticos de Hitler na cervejaria de Munique começaram a atrair grandes multidões com muita frequência.

Ele utilizava táticas populistas, incluindo o uso de bodes expiatórios, que ele culpava por todas as dificuldades econômicas dos seus ouvintes.

Hitler usava o magnetismo pessoal e seu entendimento da psicologia das multidões quando falava com o público. Ele sabia como falar e o que falar e em qual momento.

Historiadores notam o efeito hipnótico da oratória de Hitler, manipulando as massas. Alfons Heck, um ex-membro da Juventude Hitlerista, mais tarde afirmou: Contudo, alguns visitantes que encontraram Hitler em privado notavam que sua aparência e comportamento não eram nada impressionantes.

Entre seguidores que o apoiaram desde o início incluem-se Rudolf Hess, o ex piloto Hermann Göring e o capitão do exército Ernst Röhm.

Hitler recrutou Röhm para organizar e comandar o grupo paramilitar conhecido como Sturmabteilung (SA), que servia como braço armado do partido, protegendo as reuniões e os líderes nazistas e também atacava oponentes políticos.

Uma influência importante sobre o pensar de Hitler aconteceu durante o período da Aufbau Vereinigung, um grupo conspiratório formado por "russos brancos" (como eram chamados os monarquistas contrarrevolucionários do antigo Império Russo) exilados e nacionais-socialistas no início.

Este grupo, financiado por líderes industriais ricos, introduziu a Hitler a ideia de uma conspiração judaica internacional, ligada ao movimento bolchevique.

Estilo de liderança de Adolf Hitler

Hitler governava o Partido Nazista de forma autocrática ao afirmar sua Führerprinzip ("Princípio do Líder"). O princípio se baseava em lealdade absoluta dos subordinados aos seus superiores; ele via a estrutura do governo como uma pirâmide, com o próprio Hitler — o "Líder infalível" — no ápice.

As posições dentro do partido não eram preenchidas mediante eleições mas sim as pessoas eram indicadas pelos superiores, que exigiam obediência completa à vontade do líder.

O estilo de liderança de Hitler era dar ordens contraditórias aos seus subordinados e colocá-los em uma posição em que seus deveres e responsabilidades se entrelaçavam uns com os outros, para ter "o mais forte completar o trabalho".

Deste jeito, gerava desconfiança, competição e luta interna entre seus subordinados para consolidar e maximizar o seu poder. O gabinete do líder nunca se encontrou até 1938 e ele desencorajava seus ministros de se encontrarem de forma independente.

Hitler tipicamente quase nunca dava ordens por escrito, preferindo se expressar verbalmente ou passava os comandos através dos seus associados mais próximos, como Martin Bormann.

Ele instruía Bormann com seus papéis, nomeações e finanças pessoais; Bormann usava sua posição para controlar o fluxo de informações e o acesso a Hitler.

Hitler dominou o esforço de guerra do seu país durante a Segunda Guerra Mundial em uma extensão muito superior à dos outros líderes durante o conflito.

Ele assumiu o posto de líder supremo das forças armadas em 1938 e subsequentemente foi responsável por muito da estratégia militar da Alemanha na guerra.

Sua decisão de lançar uma série de campanhas militares rápidas contra a Noruega, a França, os Países Baixos e a Bélgica em 1940, contra a recomendação dos seus líderes militares, provou-se muito bem-sucedida, apesar de seus esforços militares e diplomáticos para derrotar o Reino Unido terem acabado por falhar.

Hitler se envolvia cada vez mais no esforço de guerra, apontando a si mesmo como o comandante em chefe do exército em dezembro de 1941; deste ponto em diante ele tomou controle da estratégia para sobrepujar a União Soviética, enquanto seus comandantes militares na frente ocidental tinham um grau maior de autonomia.

A liderança de Hitler se tornou cada vez mais desconexa com a realidade uma vez que a maré da guerra começou a se voltar contra a Alemanha, com a estratégia defensiva sendo prejudicada por seu processo lento de tomar decisões e frequentes diretivas para manter posições indefensáveis.

Mesmo assim, ele continuava a acreditar que sua liderança levaria à vitória. Nos meses finais da guerra, Hitler se recusou a considerar negociações de paz, afirmando que a destruição completa da Alemanha seria um resultado mais preferível que a rendição.

Os militares praticamente nunca desafiavam a dominância de Hitler sobre o esforço de guerra e os oficiais de patente mais graduada frequentemente expressavam apoio e confiança em sua liderança.

Legado de Adolf Hitler

O suicídio de Hitler é ligado por muitos contemporâneos como "um feitiço sendo quebrado". O apoio popular a Hitler havia colapsado no período próximo a sua morte e pouquíssimos alemães lamentaram seu falecimento; Kershaw afirma que a maioria dos civis e militares estavam ocupados demais se ajustando ao colapso do país ou fugindo da luta para demonstrar qualquer interesse no destino do führer ("líder").

De acordo com o historiador John Toland, o Nazismo "estourou feito uma bolha" sem seu líder. As ações de Hitler e a ideologia nazista são quase que universalmente retratadas como gravemente imorais; de acordo com Kershaw, "nunca na história tanta ruína, imoralidade e maldade foi tão associada ao nome de um homem".

O programa político de Hitler trouxe uma guerra mundial, deixou para trás devastação e pobreza pela Europa. A própria Alemanha sofreu muito e foi assolada pela destruição, caracterizada pelo termo Stunde Null ("Hora Zero").

As políticas do líder nazista infligiram à humanidade sofrimento em uma escala jamais vista; de acordo com R.J. Rummel, o regime nazista democida matou mais de 19,3 milhões de civis e prisioneiros de guerra.

Além disso, 29 milhões de soldados e civis também morreram como resultado das ações militares durante o teatro de operações europeu da Segunda Guerra Mundial.

O número de civis mortos durante a segunda grande guerra foi sem precedentes na história do conflito humano e causou grande devastação no mundo.

Historiadores, filósofos e políticos usam, normalmente, o termo "mal" para descrever o regime nazista. O historiador Friedrich Meinecke descreveu Hitler como "um dos grandes exemplos do poder singular e incalculável da personalidade na vida histórica".

O historiador inglês Hugh Trevor-Roper o via como "um dos 'simplificadores terríveis' da história, o mais sistemático, o mais histórico, o mais filosófico e ainda assim o mais grosseiro, cruel e menos magnânimo dos conquistadores que o mundo já conheceu".

Já o acadêmico John M. Roberts acha que a derrota de Hitler marcou o fim da história europeia dominada pela Alemanha.

No seu lugar surgiu a Guerra Fria, uma grande deflagração entre o Bloco Ocidental, dominado pelos Estados Unidos e por nações da OTAN, e o Bloco do Leste, dominado pela União Soviética.

O historiador Sebastian Haffner afirma que sem Hitler e o deslocamento dos judeus, o moderno Estado de Israel não teria existido.

Sem o líder nazista, a descolonização das esferas de influência europeia pelo mundo teria acontecido bem mais tarde do que foi.

Além disso, Haffner alega que Hitler teve um maior impacto do que qualquer outra figura histórica comparável, que causou grande impacto pelo mundo e drásticas mudanças no cenário geopolítico em um curto espaço de tempo.

Vida pessoal de Adolf Hitler

Hitler queria passar a imagem de um homem celibatário que não tinha vida doméstica, dedicando-se inteiramente a sua missão política e a sua nação.

Ele conheceu sua principal amante, Eva Braun, em 1929, e se casou com ela em abril de 1945. Em setembro de 1931, sua meia-sobrinha, Geli Raubal, cometeu suicídio com a arma do próprio Hitler no apartamento dele em Munique.

Entre as razões que levaram Geli ao suicídio seria um suposto interesse romântico de Hitler nela e sua morte seria resultado de uma obsessão dele por ela.

Paula Hitler, a irmã do Führer e seu último parente vivo de sua família imediata, faleceu em 1960.

Culto à personalidade de Adolf Hitler

Sob seu governo, Hitler foi objeto de um extenso culto de personalidade. Seus retratos foram pendurados em locais públicos em toda a Alemanha e a saudação Heil Hitler ("salve Hitler") tornou-se obrigatória mesmo entre civis.

Este culto era intrinsecamente ligado ao modelo ditatorial adotado pela Alemanha, com doutrinadores nazistas justificando-o com base no chamado princípio da liderança (em alemão: Führerprinzip), segundo o qual toda a autoridade era investida em Hitler, que estava necessariamente certo e deveria ser inquestionavelmente obedecido tanto pela hierarquia nazista como pelo povo alemão, em lealdade deontológica e cega.

Para assegurar a máxima difusão de seus ideais, foi instituído logo após a tomada do poder pelos nazistas em 1933 um Ministério da Propaganda, que até 1945 manteve total controle sobre as produções culturais no país.

Presidido por Josef Goebbels, o Ministério teve Hitler como um dos principais focos de propaganda, glorificando-o como um líder heroico e infalível e contribuindo fortemente para seu culto de personalidade.

Hitler apareceu ele mesmo em muitos dos filmes, atuando de forma cuidadosamente coreografada. As Reuniões de Nuremberg eram um dos principais eventos para promoção da imagem de Hitler, e foram elas mesmas matéria do filme Der Sieg des Glaubens.

O uso de propaganda hitlerista era tão intenso que chegou mesmo a mudar o sentido da palavra em idiomas como o inglês, atribuindo-lhe uma conotação política negativa.

Fonte: Adolf Hitler na Wikipedia